O
plenário do TSE rejeitou por unanimidade
um pedido da Federação Brasil da Esperança ( PT, PV,PCdo B) para que Moro fosse
impedido de assumir a vaga de senador pelo Paraná.
Os
partidos alegavam que o ex-juiz da Lava-Jato havia desobedecido, em abril, o
prazo adequado para se filiar ao seu partido mas os ministros rejeitaram o
pedido. O TRE por sua vez aprovou as
contas de campanha do ex-juiz. Ambas foram tentativas de impedir a posse do ex-juiz que combateu a corrupção e prendeu inúmeros corruptos durante a Lava-Jato.
Moro foi
eleito para o primeiro mandato no Senado, com 33,5% dos votos válidos. Ele
superou Álvaro Dias e Paulo Martins, o nome indicado por Bolsonaro para a disputa.
Moro foi
perseguido de todas as formas durante a campanha pelo PT e por ações do TCU
liderado por Bruno Dantas. O ex-juiz
eleito por quase 2 milhões de votos estará no Congresso e espera-se que ele
seja um defensor das pautas que a Sociedade deseja ver aprovadas como o fim do
foro privilegiado e a prisão em segunda instância.