O ex-governador Rui Costa ( PT) insiste e articula com grande chance de sucesso, ao que parece, a indicação de sua esposa Aline Peixoto, enfermeira, para o TCU( Tribunal de Contas do Munícipio). O fato gerou repercussão negativa em todo país expondo o partido (PT) e a Bahia ao velho símbolo do nepotismo ou de vantagens familiares que tanto fizeram a fama de nosso estado. É lamentável a ambição do ex-governador e um erro. Não pelo salário vitalício de R$42 mil, mas pelo que expõe de suas ideias a respeito do que é e a que serve a máquina pública e como dela os dirigentes podem se apropriar sem muito pudor.
Em segundo lugar porque torna o TCU um órgão sujeito às influências personalíssimas e partidárias, afinal nem um santo de pedra vai deixar de ficar corado se disserem que isso não haverá. A luta do brasileiro é para ter uma máquina pública cada vez mais profissionalizada, isenta, cujo partido nomeador deve ser o cidadão brasileiro.
Rui está tentando cravar
uma estaca no peito dessa esperança. E, pelo jeito, não haverá salvação.