O governador Jerônimo esteve em
Feira de Santana para inaugurar viadutos da BR116. O fato gerou alguma
discussão pela obra ter sido iniciada no
governo Bolsonaro, o que é uma bobagem, assim como Bolsonaro inaugurou obras
começadas por seus antecessores.
O que importa é que aos poucos
vão sendo ampliadas as possibilidades de intervenções em Feira. Além dos já
citados Auditório da UEFS, Centro de Convenções, recuperação do Amélio Amorim,
o governador voltou a falar sobre o Aeroporto de Feira. Como já mostramos em
uma edição especial do Tribuna Feirense sobre o Aeroporto ele é viável de
acordo com um estudo feito no governo Dilma, pela ANAC, com um potencial de
200.000 passageiros ano. Não cabe mais, portanto, repetir que é a proximidade
que impede sua ampliação porque isso soa desrespeitoso e ofensivo à
inteligência do feirense. Acredito que o governador terá uma outra visão sobre
a importância desse equipamento para a logística de Feira.
O que tem soado como promissor
são as falas sobre a conclusão da Lagoa Grande, a Ceasa, uma possível ferrovia.
É preciso avançar nas questões de saneamento básico para uma cobertura
civilizada, central de segurança, entre outras questões. O Hospital
Universitário é uma campanha e pauta que defendemos por muito tempo, descentralizando
o atendimento de um único núcleo o que implica em deslocamento, fluxo maior de
veículos, distância de atendimentos, elementos que fazem parte do planejamento
estratégico de uma cidade e de seu plano diretor. A implantação de Polo de Logística,
conclusão do campus da Universidade Federal, implantação da Região
Metropolitana, são pontos que merecem ser discutidos.
Aliás, é preciso que munícipio e estado
conversem, apresentem uma agenda para Feira - para ser atendida ou não- e que a
partir daí possamos traçar nosso reconhecimento ou críticas a um ou a ambos
pelo não atendimento.
Feira , segunda cidade do estado, ponto estratégico na
logística baiana, merece ser tratada como tal e receber investimentos à sua
altura!