Era inevitável que a expansão do crime organizado e a corrupção de colarinho branco levasse a uma aproximação com as instituições, a cooptação de agentes ou sua ocupação de forma direta . Os exemplos mais recentes mostram isso.
No Rio, a milícia de Zinho pagou a Polícia para fazer operação contra grupo rival.
No Rio, uma deputada- que mantinha fraternal amizade com o chefe do crime- foi afastada por fazer parte da mílicia.
No Ministério do Turismo, a ministra afastada era vinculada a uma mílicia.
No
Ministério da Justiça, de Flávio Dino, a " dama do crime" , do CV, era recebida em audiências com passagens aéreas pagas pelo governo.
Na Procuradoria Geral da República, um funcionário com acesso a informações de alta relevância estava trabalhando para o PCC.
O secretário Especial de Assuntos Federativos da Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula é acusado de rachadinha e pertencer a milícia.
Na Bahia, um desembargador soltou um chefe de facção e significativa parcela do Judiciário foi denunciada na Operação Faroeste, inclusive com o afastamento do Secretário de Segurança Pública do governo Rui Costa.
Em São Paulo, militares do Exército, foram apontados como envolvidos no desvio de metralhadoras.
Na Bahia, a família de um deputado foi presa porque ele é investigado por liderar milícia!
Em Brasília, um analista do Ministério Público, do DF, acaba de denunciado em uma operação que prendeu uma quadrilha que lavou mais de R$31 milhões.