O ministro Alexandre de Moraes, do STF, tem se especializado em cometer atrocidades jurídicas em seus processos. No caso da suposta agressão que havia sofrido em Roma a PF fez busca e apreensão- ilegal- na casa dos acusados de agressão, tentando ligar o gesto aos atos antidemocráticos. O filme do Aeroporto foi mantido em sigilo por Toffoli e nunca foi liberado. Ao final, a PF concluiu que o ministro sofreu injúria em Roma, mas não indiciou ninguém. Agora, o advogado das vítimas relata que o vazamento de uma conversa com seu cliente é ilegal porque o sigilo entre o cliente o advogado são invioláveis por previsão constitucional e não poderiam estar transcritas no inquérito.
A verdade é que Moraes quis construir uma narrativa de perseguido por ser um defensor da democracia. A montanha que anunciou em Roma com apoio dos amigos da imprensa pariu, apenas, um rato.