A
Agencia Nacional de Aviação Civil (ANAC) continua gerida por um
diretor-presidente interino, visto que o governo e o Senado ainda não votaram
alguém para o cargo. É muito pirão disputado, nessa indicação.
É
uma irresponsabilidade manter um setor tão importante, com tantos riscos (como
mostra o acidente da VoePass), sem um controle adequado e uma política
definida. É brincar com quem embarca em um avião, no país.
Aliás,
a população de Vitória da Conquista (BA) reclama da falta de voos para a
capital. Na maioria das vezes, é preciso
ir a São Paulo para voltar a Salvador.
Ontem,
um amigo me relatou o espírito do momento: “antes, tínhamos muitos voos e não
tínhamos aeroporto; agora, temos aeroporto e não temos voos”.
É mesmo o inferno brasileiro.