A esmagadora vitória de Trump, nos EUA, levando todo
Congresso, sinaliza que mais do que eventuais qualidades – não é aceitável quem
tenta golpear a democracia americana- do presidente eleito o que pautou a eleição
foi a agenda de governo. O EUA, atualmente, está sendo governado pelo segundo
escalão pois Biden, de forma evidente, já não apresenta condições mentais de ocupar
o cargo. E a Kamala Harris, que herdou a campanha de forma gratuita, não
mostrava consistência para ser eleita.
A agenda defendida pela esquerda americana incluía aborto,
ativismo “woke”, enquanto a população-
maioria- está preocupada com economia, emprego, segurança. Exatamente as pautas
que Trump prometia melhoria. Woke é um
termo que passou a definir diferentes agendas e movimentos sociais,
particularmente aqueles alinhados à esquerda. Nessa eleição, no entanto, a
esquerda americana já não tinha discurso nenhum a oferecer a maioria da população,
por isso a acachapante derrota.
Aliás, empresas como Toyota, Jack Daniel’s, Harley Davidson, John Deree, estão reduzindo seu apoio a agenda woke. Microsoft, Meta, Google, estão fechando áreas corporativas de diversidade.
A eleição de Trump foi uma sinalização das expectativas
reais da população.