Nunca antes, na história desse país, a liquidação de um Banco
podre mexeu com tantos poderosos em Brasília e no centro financeiro do país. O
escândalo começa com o espantoso contrato de R$ 129 milhões com a mulher do
ministro Alexandre de Moraes, que chegou a ir a uma reunião na casa de Vorcaro
e está sendo acusado de pressionar o Banco Central para salvar o banco
criminoso.
No mesmo movimento, Toffoli, o ministro que anula penas de
corruptos confessos e perdoa multas, chama para si o sigilo do processo, após
ter voado em avião privado com o advogado do réu, para ver o jogo do
Palmeiras.
Ao mesmo tempo, tenta ultrapassar a PGR e a PF e determina
acareação, antes mesmo de haver depoimentos dos acusados, uma inovação jurídica
do ministro que nunca foi aprovado em concurso para juiz.
Como o movimento não deu certo, o TCU, de forma inédita, resolveu investigar o Banco Central, após o fechamento de 150 bancos. O ministro, comprador de cavalos de raça, já anunciou que pretende proibir o BC de vender ativos do Master. Não custa lembrar que o governador de Brasília, Ibaneis – o assombroso –, mandou o BRB comprar R$ 12 bilhões em papel podre do Master.
No mesmo movimento, a Globo começa a publicar uma série de
denúncias contra Alexandre de Moraes. Aos poucos, vamos descobrindo que Vorcaro
investiu em poços de petróleo na Venezuela (US$ 150 milhões) e que a JBS, do
famoso Joesley Batista, também tinha poços de petróleo por lá, mas o negócio
foi colocado em sigilo absoluto, pelo Governo Lula, apesar de ter prometido, em
campanha, que não haveria sigilo nenhum.
Agora, descobrimos que influenciadores receberam proposta milionária para defender o Master da liquidação, atacando o Banco Central. É o maior movimento de proteção que já vimos a um banqueiro imoral e acusado de corrupção. Tamanho esforço sugere que afeta projetos grandiosos, figuras importantes e volumes bilionários de recursos na ponte Venezuela-Brasil. E, certamente, com impacto na eleição de 2026.
Ah, e para não faltar nenhum molho nessa moqueca, o sócio do Master é da Bahia e cresceu com o Credcesta!