Aliás, tenho dito e exposto no departamento, reitoria e nesta coluna, que a Uefs precisa tomar seu lugar na mesa do planejamento das ações de saúde em Feira, por exemplo. Parar de acomodar-se e tornar-se um agente ativo.
Ao dispor de vários cursos de saúde, mais de 250 professores no setor e imenso número de alunos, ela não pode ficar confinada a ensinar nas franjas da rede de saúde que lhe são oferecidas, inclusive no HGCA, onde dia sim, dia não, a presença de alunos é dificultada.
A rede é SUS. A Saúde é plena mas é SUS. O hospital e a universidade são do estado. Logo, esta interlocução não pode mais se dar no nível quase superficial em que acontece. #A sociedade precisa defender a universidade