Os avanços que levaram as famílias da classe D e E para C já estão sendo praticamente eliminados pela crise e estima-se que 3,1 milhões delas devem voltar ao ponto de partida. O processo será mais doloroso porque estas famílias tiveram oportunidade de ter estes pequenos avanços e, agora, vão precisar abrir mão do que tinham conquistado.