Idealmente, numa relação de consumo, o consumidor deve estar acima de tudo. É por isso que sou a favor do Uber, apesar de entender as inconveniências relacionadas à clandestinidade do serviço, sobre a qual é preciso e possível achar soluções em acordo com as prefeituras de cada cidade.
O que não se pode admitir é que o cliente seja como hoje, refém do serviço de taxis. O preço é abusivo, os
carros são velhos, há uma penca de motoristas maleducados, não ligam o ar condicionado mas ligam o rádio em qualquer coisa que você não quer ouvir, sem se importar com sua opinião. E por aí vai, que a lista é extensa.
O Uber está sendo rechaçado por taxistas e pela prefeitura na capital. Em Feira, o secretário de Transportes, Pedro Boaventura, já disse que está atento à possibilidade do serviço também chegar. A posição dele é a mesma do governo municipal em Salvador: o serviço é clandestino e não pode ser permitido.