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Cultura

Sérgio Sá Leitão toma posse como ministro e diz que cultura é 'antídoto' contra crise

25 de Julho de 2017 | 13h 11
Sérgio Sá Leitão toma posse como ministro e diz que cultura é 'antídoto' contra crise
Foto: Reprodução
O jornalista Sérgio Sá Leitão tomou posse como Ministro da Cultura nesta terça-feira (25), em cerimônia no Palácio do Planalto. Sá Leitão é o terceiro titular da pasta no governo Michel Temer, iniciado em maio de 2016.
 
O novo ministro atuava como diretor da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Ele foi convidado por Temer para integrar o governo na última quinta-feira (20). A nomeação foi publicada nesta terça no "Diário Oficial da União".
 
A Cultura vinha sendo comandada por um interino desde maio, quando Roberto Freire (PPS), então ministro, pediu para sair do governo. Ele tomou a decisão após as delações dos executivos da J&F envolverem o nome de Temer.
 
No discurso de posse, Sá Leitão citou o impacto positivo da cultura na economia, que chamou de um "poderoso antídoto" para a crise do país. O ministro se comprometeu com um “choque de gestão” na pasta.
 
"A cultura tem elevada capacidade para evolução do país, poderoso antídoto para a crise que ainda nos deprime, embora estejamos saindo dela", disse o ministro.
 
"Do meu lado, farei o possível par a reduzir custos e aumentar receitas, por meio de choque de gestão e respeito da impessoalidade, moralidade, eficiência. Pretendo também desburocratizar o ministério, aumentar a eficiência", completou.
 
Ele disse ainda que conta com o apoio de Temer para manter em funcionamento órgãos ligados à Cultura e destacou que "será fundamental no médio prazo uma recomposição orçamentária".
 
Ao discursar após Leitão, Temer comentou o pedido feito pelo ministro. Ele disse, em tom de brincadeira, para o novo titular da Cultura conversar sobre orçamento com os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Dyogo Oliveira (Planejamento).
 
No discurso Temer também disse que o país passa por dificuldades, que, segundo ele, fazem parte do histórico do Brasil. Ele ainda afirmou que o governo não fica "combalido" com as adversidades, mas sim se sente "vitalizado" com os desafios.
 
"Devemos retirar toda e qualquer palavra de pessimismo. Temos dificuldades? Claro que as temos, mas isso é histórico do nossos país. Muitas vezes vejo que as pessoas acham que podemos ficar combalidos, perturbados com as dificuldades, é o contrário. Esses desafios nos vitalizam", disse o presidente.

FONTE: G1



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