O Brasil começará a imunizar a população contra a Covi-19 no final de fevereiro, após o registro efetivo da vacina fabricada pela farmacêutica AstraZeneca, “se tudo estiver redondo”. É o que garante o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello.
A declaração, de acordo com o Uol, veio por meio de um comunicado, distribuído após um encontro com governadores, cuja pauta foi o Plano Nacional de Imunizações (PNI). “A Anvisa vai precisar de um tempo cumprindo essa missão. O registro gira em torno de 60 dias. Se tudo estiver redondo, teremos o registro efetivo da AstraZeneca no final de fevereiro, dando início à vacinação”, observou.
Ainda segundo o Uol, governadores pressionam o governo federal para acelerar o planejamento da vacinação contra o coronavírus. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou, na última segunda-feira (7), um plano estadual de imunização. Ele disse que a campanha para vacinar os paulistas começará no dia 25 de janeiro e será realizada com o imunizante CoronaVac, do laboratório chinês Sinovac. Esta vacina ainda não tem pedido de registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com Pazuello, as vacinas que tiverem eficácia e registro da Anvisa serão adquiridas. Segundo o Uol, ele reforçou o compromisso na aquisição dos imunizantes e enfatizou a necessidade de apenas um plano nacional. “O PNI é nacional. Não pode ser paralelo. A gente tem que falar a mesma linguagem. Nós só temos um inimigo: o vírus. Temos que nos unir”, convocou.
Até a presente data, não há qualquer vacina contra a Covid-19 aprovada pela Anvisa.