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Saúde

Mulher morre após cirurgia estética clandestina, no RJ; médico tinha CRM cassado

15 de Dezembro de 2020 | 11h 12
Mulher morre após cirurgia estética clandestina, no RJ; médico tinha CRM cassado
Foto: Reprodução/TV Record

Érica Cristina dos Santos Pereira tinha 41 anos e morreu, no último sábado (12), 15 dias após a realização de procedimentos estéticos clandestinos, realizados em sua própria casa, no município de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

Ex-passista de escola de samba, Erika havia passado por uma lipoaspiração e uma cirurgia nos seios. Ela deu entrada na UPA Beira Mar, no Hospital Moacyr do Carmo, também em Duque de Caxias (RJ), ainda no sábado. Seu estado foi avaliado como gravíssimo.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio, a paciente chegou ao local por volta das 14h42, apresentando um quadro de choque séptico, decorrente de complicações causadas pelos procedimentos. A vítima desenvolveu uma infecção bacteriana generalizada e não resistiu.

O médico responsável pela cirurgia não tem autorização para exercer a profissão. De acordo com o site da revista IstoÉ, ele tem licença cassada pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) há cinco anos e possui 35 anotações criminais, duas delas por homicídio. “Ele não pode exercer a profissão em qualquer lugar, sobretudo dentro de uma residência. Isso agrava ainda mais a situação dele”, disse o delegado André Neves, em entrevista à Record TV Rio.

O caso está sendo investigado e a polícia aguarda o depoimento dos familiares da vítima.



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