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Saúde

Número de óbitos por Covid-19 chega a 449.068, no Brasil; 705 pessoas já morreram em Feira de Santana

24 de Maio de 2021 | 10h 13
Número de óbitos por Covid-19 chega a 449.068, no Brasil; 705 pessoas já morreram em Feira de Santana
Foto: Silvia Izquierdo/AP Photo

O Brasil atingiu, neste fim de semana, à lamentável marca de 449.068 óbitos por Covid-19. De acordo com a Agência Brasil, somente neste domingo (23), as secretarias municipais e estaduais de Saúde registraram mais 860 vítimas da doença, em um período de 24 horas. E há 3.699 mortes em investigação, de pacientes que faleceram sem diagnóstico definido.

Segundo a atualização realizada, na noite de ontem, pelo Ministério da Saúde, o total de casos confirmados subiu para 16.083.258. No fim de semana, foram registrados mais 35.819 infectados pelo novo coronavírus. O país tem 1.142.023 casos ativos, em acompanhamento. E os recuperados, desde o início da pandemia, somam 14.492.167. Esse quantitativo equivale a 90,1% do total de contágios.

É preciso lembrar, no entanto, que, aos sábados e domingos, os números costumam ser mais baixos. Isto porque a quantidade de funcionários das equipes de saúde para realizar a alimentação dos dados é menor, nos fins de semana. Sendo assim, grande parte dos dados fica represada, sendo lançada no sistema às terças-feiras, quando o total de casos e óbitos tende a aumentar.

ESTADOS - Conforme a Agência Brasil, o estado com maior registro de mortes por Covid-19 é São Paulo, com 107.614 vidas perdidas para o vírus. Em seguida, vêm Rio de Janeiro, com 49.515 mortos; Minas Gerais, com 39.086 falecimentos; Rio Grande do Sul, com 27.419 vítimas fatais; e Paraná 25.506 óbitos. Os estados que tiveram menos ocorrências de óbitos são: Roraima (1.602); Acre (1.635); Amapá (1.657); Tocantins (2.776) e Alagoas (4.607). 

VACINAÇÃO - Até o momento, estados e municípios receberam 90.063.567 doses de imunizantes contra a Covid-19. Deste total, foram aplicadas 57,6 milhões de vacinas, sendo 39,1 milhões da primeira dose e 18,5 milhões, da segunda.

FEIRA DE SANTANA - De acordo com a Secretaria de Comunicação (Secom) da Prefeitura Municipal de Feira de Santana (PMFS), a 197 mil doses de vacinas já foram aplicadas, no município. Segundo a Secretaria de Saúde do estado da Bahia (Sesab), a cidade atingiu 103% de percentual de vacinação.

A taxa de óbitos segue estabilizada em 1,83%, o que faz de Feira de Santana o município baiano com um dos mais baixos índices de mortalidade pela doença. Conforme dados da Sesab e do Ministério da Saúde, Salvador está com a taxa de óbitos em 3,01%. A Bahia registra 2,08% de mortes, enquanto o Nordeste alcançou o índice de 2,46%. O Brasil tem, atualmente, tem uma taxa de óbitos de 2,79%.

Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 33.720 pacientes recuperados, índice que representa 87,3% dos casos confirmados. Enquanto isso, 51 exames foram negativos e 48 positivos.

O boletim epidemiológico emitido, neste domingo, pela SMS, contabiliza 126 pacientes internados em Feira de Santana, em decorrência da doença. Ontem, também foram confirmados 48 casos novos. Não houve registro de óbitos.

O município tem 4.170 casos ativos. O número total de infectados alcançou a marca de 38.595, desde o início da pandemia. Conforme a Vigilância Epidemiológica, 33.720 pessoas se recuraram da doença, na cidade e houve 705 óbitos desde que o contágio começou na cidade, no dia 06 de março de 2020.

AGLOMERAÇÕES - Em uma coletiva de imprensa realizada há pouco, o prefeito Colbert Martins da Silva apelou para que a população colabore, evitando aglomerações. Este tem sido um dos problemas mais registrados na cidade, sobretudo em eventos do tipo paredão e em bares.

De acordo com a Secom, Somente este fim de semana, 12 festas foram encerradas pelas equipes de fiscalização que atuam no município. Três bares foram interditados: Petiscaria Trivela, Bar do Ula e Chão de Estrelas. Outros 12 estabelecimentos do ramo, inclusive restaurantes, foram flagrados desrespeitando horários. Todos foram fechados.

O prefeito Colbert Martins disse que, em função do desrespeito às normas sanitárias decretadas pelo Município, novas medidas serão estudadas, com a finalidade de coibir as aglomerações e evitar o aumento do contágio. Ele se mostrou apreensivo com a proximidade dos festejos juninos e salientou que apenas com a conscientização da população é possível controlar a doença. "Se as pessoas forem a festas, o que teremos é um aumento do número de casos e de hospitalizações. E isso é muito preocupante", advertiu.

O gestor apontou, ainda, a vacinação como mecanismo de controle da disseminação do vírus. Por isso, reforçou que o governo municipal está empreendendo o máximo esforço para ampliar a imunização. No entanto, a aplicação ainda é lenta, em todo o país, por conta da escassez de vacinas.



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