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Saúde

Homem leva cerca de 30 picadas de abelhas e acaba internado em UTI, na Bahia

06 de Dezembro de 2023 | 08h 48
Homem leva cerca de 30 picadas de abelhas e acaba internado em UTI, na Bahia
Foto: Reprodução/TV Sudoeste

Um homem, de 57 anos, foi atacado por um enxame de abelhas, em Vitória da Conquista, no Sudoeste da Bahia, e precisou ser internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). O incidente aconteceu na segunda-feira (4), no bairro Cidade Modelo.

Segundo o g1 BA, familiares da vítima, identificada como Silvano José Luz Neto, disseram que foram mais de 30 picadas. Ele segue internado, com quadro clínico estável.

Testemunhas contaram que as abelhas, provavelmente, estavam em um terreno baldio e que o enxame atacou pedestres, ciclistas, motociclistas e, também, motoristas que estavam com os vidros dos carros abertos.

O Corpo de Bombeiros de Vitória da Conquista deslocou uma equipe até o local do acidente. Os agentes retiraram as abelhas. Em entrevista à TV Sudoeste, os moradores disseram que a presença de enxames no bairro é antiga e que eles temem sair de casa. "A gente passa com medo do lado delas, porque se mexer, elas vão nos atacar. Aí fica esse perigo, para mim e para os outros moradores", contou a artesã Adja França.

Conforme a bióloga Raquel Maluf, durante a primavera e o verão, acontece um fenômeno chamado enxameamento, quando novas colmeias são criadas. Por causa disso, torna-se comum ver enxames nas zonas urbanas. "Parte da colmeia vai abandonar o ninho antigo e procurar um novo lugar para fazer outro ninho. Com isso, vai aumentar a quantidade de abelhas pelos ambientes que a gente circula, a exemplo de parques, ruas e avenidas", explicou, em entrevista à TV Sudoeste.

A profissional ressaltou, ainda, que as abelhas só atacam quando se sentem ameaçadas. E destacou que a retirada dos enxames deve ser feita apenas pelo Corpo de Bombeiros. "Se você percebeu, perto da sua casa, uma aglomeração de abelhas (às vezes, elas ficam paradinhas em um ramo de árvore, em um poste), então, é só não mexer, porque se elas ficarem ali, logo vão encontrar um lugar para fazer um ninho e vão sair do local", explicou.



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