Ao todo, 37 óbitos já foram confirmados
Até o dia 13 de abril, 134.953 casos prováveis foram
notificados no estado. No mesmo período de 2023, o registro foi de 17.595
casos. Já são 269 municípios em situação de epidemia. A região Sudoeste
concentra 44% das ocorrências da doença e, também, 65% dos óbitos.
De acordo com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab),
a taxa de letalidade em todo o território baiano é 2,7%, menor do que a média
nacional.
Em relação às mortes decorrentes da arbovirose provocada pelo
mosquito Aedes aegypti, os dados não
mudaram, nesta última atualização. Ao todo, são 37 vítimas, em 19 municípios:
- Vitória da Conquista (8)
- Jacaraci (4)
- Feira de Santana (3)
- Juazeiro (3)
- Piripá (3)
- Caetité (2)
- Santo Antônio de Jesus (2)
- Barra do Choça (1)
- Caetanos (1)
- Campo Formoso (1)
- Carinhanha (1)
- Coaraci (1)
- Encruzilhada (1)
- Guanambi (1)
- Ibiassucê (1)
- Irecê (1)
- Palmas de Monte Alto (1)
- Santo Estêvão (1)
- Seabra (1)
A situação mais preocupante é registrada em Vitória da
Conquista, que é líder em número de casos prováveis e de óbitos. Segundo o g1, nesta
segunda-feira (15), o subsecretário de saúde da Bahia, Paulo Barbosa, destacou,
durante reunião semanal do Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coes),
que o município tem mais casos do que a capital e a segunda maior cidade do
estado. “Hoje, o município tem o triplo
de casos de Salvador e quatro vezes mais do que Feira de Santana. São 21.099
casos e oito mortes confirmadas por dengue, isso sem contar as 2.378
notificações de Chikungunya e 1.123 de Zika”, observou.
Integram o grupo diversas esferas governamentais, além do
Conselho Estadual de Saúde (CES) e do Conselho dos Secretários Municipais de
Saúde (Cosems-BA).
OUTRAS ARBOVIROSES – Além das mortes por dengue, dois pacientes não resistiram aos
problemas decorrentes da zika e da chikungunya, este ano. As mortes ocorreram nos
municípios de Teixeira de Freitas e Ipiaú. Não há, até o momento, registros de
óbitos por zika confirmados.