Começou nesta quinta-feira (22) o prazo para as secretarias
de Educação de todo o país, inscritas na segunda edição do Selo Nacional
Compromisso com a Alfabetização, apresentarem o pedido de reconsideração sobre
o resultado preliminar da avaliação.
A pontuação e classificação dos participantes foram
divulgadas, ontem (21), pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da
Educação (MEC) e estão disponíveis no Sistema
Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).
O pedido de reconsideração da pontuação poderá ser
apresentado até esta sexta-feira (23), exclusivamente, pelos articuladores
estaduais e municipais da Rede Nacional de Articulação de Gestão, Formação e
Mobilização (Renalfa) do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada.
Os recursos devem obedecer aos
critérios e procedimentos previstos no edital do MEC. A pasta disponibilizou um
tutorial para orientação do pedido de reconsideração. Após o fim do
prazo, os pedidos serão analisado. O resultado final sairá no dia 4 de
fevereiro.
Participação – De acordo com nota divulgada pela
Secretaria de Educação Básica, a edição desse ano recebeu 4.872 inscrições, das
5.595 secretarias que participam do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada,
alcançando um índice de participação de 87,1%.
O Selo Alfabetização é concedido às
secretarias de Educação pela formulação e implementação de políticas, programas
e estratégias que assegurem o direito à alfabetização das crianças.
O reconhecimento é feito por meio de três categorias,
conforme a pontuação alcançada pela secretaria de educação inscrita:
- Bronze - para pontuações entre 45 e 64 pontos;
- Prata - para pontuações entre 65 e 84 pontos;
- Ouro - para pontuações entre 85 e 100 pontos.
Colaboração – A
iniciativa faz parte do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, uma política
pública federal baseada na colaboração entre municípios, estados e Distrito
Federal, com o objetivo de garantir o direito à alfabetização de 100% das
crianças brasileiras até o final do 2º ano do Ensino Fundamental.
De acordo com o MEC, o compromisso não propõe uma solução
centralizada para todo o país. Estados e Distrito Federal, em colaboração com
municípios, elaboram a política e as iniciativas de alfabetização no território,
conforme as especificidades de cada local.
*Com informações da
Agência Brasil.