A maior e mais importante instituição de ensino superior da cidade sempre sofreu com o transporte coletivo. A crise atual foi a gota dágua para que tanto a reitoria quanto a Associação de Docentes se manifestassem. A reitoria, muito diplomaticamente, como convém nas relações entre instituições.
Já a Adufs, de perfil sindical, não poupou críticas, falando em texto publicado em seu site, em “aviltamento da mobilidade urbana, a negação do direito da população de acesso à cidade, o sucateamento dos veículos, as arbitrariedades cometidas pelas empresas concessionários do serviço contra os trabalhadores, além da criação, por parte do executivo municipal, de um projeto baseado num Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano defasado”. Neste último ponto a referência é ao BRT, o qual a entidade também condena.