O Secretário de Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, fez uma citação a uma frase de ministro da propaganda nazista, Joseph Goebbels, conforme o texto abaixo.
Ao ser questionado o secretário disse, ao Estadão: "A origem é espúria, mas as ideias contidas na frase são absolutamente perfeitas e eu assino embaixo".
A citação foi a seguinte:
Ao ser "A arte brasileira da próxima década será heróica e será nacional. Será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes de nosso povo, ou então não será nada", diz Alvim no vídeo.
"A arte alemã da próxima década será heróica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada", disse Goebbels em pronunciamento para diretores de teatro, de acordo com o livro Goebbels: a Biography, de Peter Longerich.
A citação e a estética nazista do vídeo é uma ofensa, um desrespeito. Se desconhecia ou não entendeu o que dizia, é um idiota; se sabia, e ainda assim a citou, continua um imbecil, mas piorado pela falta de senso moral.
Em qualquer dos casos tem de ser demitido.
Toffoli é como aquelas birutas de Aeroporto: muda de lado de acordo com o vento. Aos poucos, mas de forma consistente, vai revelando sua escassez de formação jurídica e baixa concepção moral, construindo a mais medíocre gestão do STF.
As suas trapalhadas já causaram irritação no STF. Na sessão sobre o COAF, após 4 exaustivas horas, concluiu um voto que parecia contrário a decisão tomada, o que levou o ministro Barroso a sugerir a contratação de um professor de javanês para traduzir o voto. Depois houve problema similar no voto sobre a prisão em Segunda Instância, no qual após soltar Lula, empurrou a bola para o Congresso.
No episódio DPVAT primeiro proibiu a suspensão da cobrança como havia proposto Bolsonaro. Em seguida, após Bolsonaro baixar o valor da taxa, ele voltou ao preço normal, e agora, suspendeu a si próprio e autorizou a redução do valor do DPVAT. Isso para não falarmos do pedido de dados de 600 mil brasileiros a Receita, violando claramente o sigilo fiscal do cidadão.
A decisão mais cínica e escandalosa, no entanto, foi a última, em que se portando como um arauto da liberdade suspendeu a censura ao medíocre especial de Natal do grupo Porta dos Fundos( que não deveria ter sido censurado apesar da intenção de esgoto com que foi feito). É o mesmo Toffoli que abriu um inquérito e nomeou Alexandre de Moraes como censor da Revista Crusoé, pois, esta havia publicado uma reportagem sobre ele.
Quer dizer, de acordo com o biruta de Aeroporto é possível criticar Deus- o do céu-, mas não é possível criticar Deus- o do STF, que admite censura apenas em causa própria.
É muito cinismo e incoerência.
Escrevi no primeiro dia, mas vou repetir: não vai ter guerra. O Irã não tem sequer arma nuclear e quem não tem, discute, mas não faz guerra de aniquilamento com quem tem, muito menos com a mais poderosa nação militar do planeta- só para lembrar os EUA tem 11 porta-aviões nucleares, mais que a soma de todos os demais países juntos-, e que tem um presidente que não é contido pelo politicamente correto.
Soleimani, o carniceiro chefe do terror, já tinha espalhado sua marca assassina no mundo inteiro- lembrem da Mesquita, em Buenos Aires-, e em especial nos países vizinhos, atacando petroleiros, refinarias, Embaixada americana, apostando, talvez, que a eleição nos EUA iria inibir Trump. Os EUA mostraram que não, e que tem um nível de monitorização e vigilância que lhe permitiu eliminar o terrorista sem sequer precisar de tropas: o fez com um drone. Para bom entendedor um drone com mísseis, basta.
Evidente que o IRÃ vai brandir ameaças, como sempre. Aliás, em resposta fez aquele ataque a duas bases americanas com mísseis- após avisar-, e disse que se os EUA atacar de novo a resposta será ainda maior e que tinham aplicado um " tapa na cara" de Satã. Um evidente jogo de cena.
Os EUA, por sua vez, depois da pancada letal e milimétrica, que desarticulou a linha de atentados ao cortar a espinha nevrálgica do terror, deixou o IRÃ destruir uns helicópteros para que o governo dê satisfação interna, e apelou à paz, agora que o recado foi dado. Trump, goste-se ou não, agiu como mestre.
O Oriente Médio- e o mundo-, não ficaram mais inseguros e, sim, mais protegidos, até o Irã refazer seus atores do terror. Talvez, no futuro, faça um atentado em algum lugar, mas não vão declarar guerra, pois, sabem que seriam aniquilados antes de ajoelharem para orar.
Então, vamos parar de torcer para ter guerra, voltar a pagar os boletos, deixar de estocar farinha de copioba para emergências e tocar a vida. Em paz.
Uma das obras esperadas pelo feirense era a conclusão da Ayrton Senna, que levou muito tempo sem ser concluída tornando-se uma pista que parava em razão de anda.
A ligação da Avenida ao Papagaio era algo lógico, necessário e evidente.
Colbert está começando o ano com boa atividade.
Para ministro da Educação o Abraham Weintraub demonstra um parco conhecimento da língua portuguesa, mesmo em termos comuns, mostrando uma noção preocupante de sua formação. O ministro já havia trocado Kafka, o autor, por kafta, uma comida, usado a palavra acepipes, fora de contexto, e "paralização"., com z.
Não satisfeito mandou um " imprecionante", na sua última tuitada.
Verdadeiramente impressionante.