O transporte coletivo tem sido uma longa batalha nas cidades para equilibrar qualidade do serviço e preço das passagens. Cumprimento de horário, ônibus refrigerados, integração de modais, tem sido ações que melhoram a sofrida vida de quem depende do transporte público, um exercício cotidiano e que impacta de forma intensa na vida das pessoas.
Em Feira, uma situação que tem sido submetida ao descaso, ao longo dos anos, tem sido os pontos de ônibus. Em muitos locias eles nem existem e as pessoas esperam o trasnporte em pé, exposto ao sol e chuva, com iluminação precária que torna o local inseguro e sem bancos que possam acomodar os idosos. Por isso, é fundamental que a PMFS crie um programa de intervenção e manutenção permanente dos pontos de parada e não apenas das estações de transbordo.
A São João fala em 750 paradas e a Rosa em 875. Não obtive a confirmação do número preciso que temos de paradas de ônibus, mas é preciso que sejam feitas campanhas e fiscalização para evitar a vandalização dos pontos e intervenções continuadas que melhorem a qualidade de vida de quem precisa de transporte público.
O Brasil regrediu ao seu estado selvagem. O grau de barbárie se aprofunda e universaliza uma violência que deveria estar contida pelo estado. A insegurança afeta os negócios, custa vidas, aniquila esperanças. Amputa famílias inocentes dos seus, enquanto a mídia, as instituições, preferem tratar criminosos seriais como “ vitimas sociais”. A distorção das manchetes, em parte , tem suas razões porque não é frequente a imprensa ser condenada ou obrigada a retirar notícias publicadas de suas páginas ( como a Tribuna Feirense já foi).
Da mesma forma, Lewandowski, mostra-se um ministro da Justiça, incapaz de oferecer algo efetivo do governo aos brasileiros. Nenhuma ação sobre fronteiras, tráfico de armas, ciclo único de Polícia, integração policial, criação de força-tarefa para combate a lavagem de dinheiro, desarticulação de facções em presídios, endurecimento penal, entre tantas outras medidas propostas por especialistas. O governo Lula nada oferece de combate a violência. Absolutamente nada. Enquanto o país caminha com o narcotráfico infiltrando-se nas instituições, Lula, propõe mandar mensagens para que celulares roubados sejam devolvidos nas delegacias. Chega a ser risível. Lewandowski, é apenas um boçal que não está à altura do desafio. Repetindo: não está.
O crime avança, traiçoeiro e letal. E nós e nossas famílias
é que estamos presos.
É claro e indiscutível que o Centro de Feira de Santana merece um banho de cuidados incluindo a recuperação da sinalização, finalização da desordem na Marechal Deodoro, e recuperação das faixas de segurança que há muito tempo foram completamente abandonadas pela Prefeitura.
Diante de um trânsito selvagem, as faixas de segurança garantem uma mínima proteção aos pedestres - ao menos- e, em especial aos estudantes. No entanto, elas estão paraticamente extintas, aliás, não só no Centro.
A sinalização nos deixa com uma sensação de que a cidade está sendo cuidada e facilita a vida do cidadão que nem sempre tem aplicativo de celular disponivel para consultar endereços. As que ainda existem estão deterioradas, corroidas, deixando uma má impressão.
É urgente a recuperação da sinalização, mas , em especial das faixas de pedrestes contribuindo para a segurança dos milhares estudantes que todos os dias dependem delas.
A decisão do juiz Nunesvaldo dos Santos, da 2ª Vara da Fazenda Pública, de repartir o
valor do guincho pelo número de veículos
que foram recolhidos na blitz e não por valor cheio para todos.
O anúncio e detalhamento da reforma da Avenida Artêmia Pires pela
PMFS
O início das atividades do Centro de Convenções de Feira
A reforma do Amélio Amorim pelo governo do estado
As reformas em andamento no HGCA pelo governo do estado
As reformas na UEFS, em andamento- inclusive auditório, que
foi abandonado por séculos- realizadas
pelo governo do estado
A nomeação de 178 novos professores pela PMFS
Ação do Tribunal de Justiça da Bahia contra cartório de
Feira de Santana, por fraude
Os juristas não se cansam de apontar irregularidades jurídicas nos processos comandados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre eles, a ausência de individualização do crime; inclusão de vídeo editado por sua própria equipe; limitação de acesso da defesa; pedidos, à sua equipe, para produzir provas; dentre muitos outros itens que têm gerado profunda discussão, pela violação do ordenamento jurídico brasileiro.
Por mais que se aplauda o combate ao golpe sonhado por Bolsonaro e contido pelo Exército e pela Aeronáutica, não se pode deixar de fazer as críticas necessárias. No episódio mais recente, ele condenou uma cabelereira de vida modesta a 14 anos de prisão e multa coletiva de R$ 30 milhões, por ter pichado a estátua da Justiça com a frase "Perdeu, Mané", dita pelo excessivo ministro Barroso. Muitos dizem que não se trata do dano ao patrimônio, mas da tentativa de abolição do Estado de Direito. É bem difícil imaginar que ela tenha planejado isso, que tivesse esse domínio intelectual do plano e abolisse o governo sem armas.
De todo modo, é evidente que Débora, ainda que apenas massa
de manobra, defendia um regime violento, como são as ditaduras, e depredou um
equipamento público, devendo ser punida, mas o tamanho da ferocidade com que
Moraes a condenou gerou uma repercussão mundial e ampliou o descrédito com que
o Brasil enxerga a Suprema Corte.
Hoje, a maioria dos brasileiros não vê o STF como confiável,
o que é péssimo. Esse desgaste vem da cumplicidade com a corrupção,
anulando sentenças de condenados e das ações desmedidas de Alexandre de Moraes.
Dentro do STF, apenas Luiz Fux criticou a dosimetria da pena e pediu vista.
A pressão, o desgaste, a reação, surtiram efeito e Moraes
libertou Débora para prisão domiciliar, proibindo que ela mantenha contato com
qualquer meio de comunicação (sabe-se lá baseado em que lei).
Como não houve fato novo, é sinal que ela sempre teve direito a essa prisão domiciliar e que a prisão era ilegal, nesses dois anos em que ficou na cadeia. Ainda é pouco para que o STF retorne ao leito do respeito à ordem jurídica, mas foi um sinal de que é possível adequar pena e justiça.