Bolsonaro anunciou que vai corrigir a tabela do Imposto de Renda, pela inflação, em 2020, o que não acontecia desde 2015. É uma boa notícia porque a não correção representa um aumento de imposto, indireto, em um sistema já perverso e explorador e que pune mais severamente os de menor renda.
A defasagem, segundo auditores da Receita, desde 1996, é em torno de 95,4%. Caso estivesse sendo feita corretamente, desde então, o limite de isenção atual seria de R$3.689,00 e não os atuais R$1.903,00.