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César Oliveira

O discurso de Bolsonaro e a morte da extrema-imprensa

César Oliveira - 25 de Setembro de 2019 | 17h 35
O discurso de Bolsonaro e a morte da extrema-imprensa

Ao que parece, esquecidos das monumentais promessas de estocar vento,  dos discursos de Dilma, os colunistas, do que se convencionou chamar de extrema-imprensa, anunciaram o apocalipse,  o dilúvio final, após o discurso de Bolsonaro. As previsões deram chabu. Bolsonaro fez seu melhor discurso até aqui, com voz altiva, defesa da soberania, critícas ao projeto de corrupção comandado por Lula e seus parceiros, incluindo a Venezuela, reafirmou o convite e a abertura comercial, defendeu a liberdade religiosa, a democracia, a Justiça, elogiando Sérgio Moro, e deu um merecido cascudo na aparelhada ONU, defendendo as Nações Unidas.

Foi um dircurso grandioso, aliás, o melhor que tivemos na ONU nas últimas décadas.

Evidente, então, que a tragédia não aconteceu. Os opositores, naturalmente, não irão gostar, o que é natural. Já o extremo-colunismo  não virá pedir desculpas por suas análises de militância quando o leitor espera informação qualificada, por isso mesmo vão pagando o preço de suas escolhas com a perda da credibilidade. Também, não os veremos engolindo suas palavras: correm o risco de morrerem envenenados. 



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