A Cooperativa Metropolitano de Consumo COOPMAS, inscrita no CNPJ 48.241.041/0001-04, convoca seus cooperados para participarem da Assembleia Geral Ordinária a se realizar no dia 16/02/2023, na Rua Juracy Magalhães, nº 853, Ponto Central, Feira de Santana/BA, em primeira convocação as 13h, em segunda convocação às 14:00h e em terceira convocação às 15:00h para tratarem da seguinte ordem do dia: Alteração e inclusão de atividades econômicas(CNAE) junto ao CNPJ.
Feira de Santana/BA, 06/02/2023
Atenciosamente:
Susã Naara Costa Moreira
Diretora Presidente
Uma grande parte das pessoas acredita que aquelas mulheres que já tiveram filhos naturalmente não apresentarão problemas relacionados à fertilidade no futuro. Mas a verdade é que nem sempre é assim. A infertilidade ocorre ou começa a se manifestar ao longo do tempo, mesmo depois de ter filhos sem nenhuma complicação prévia. Esta patologia é conhecida como infertilidade secundária e atinge, em média, de 10 a 15% dos casais no Brasil.
"A infertilidade secundária está associada principalmente à idade da mulher, pois sabemos que o tempo afeta acentuadamente o potencial reprodutivo delas. Mas o alerta é que o problema também pode ser devido a outros fatores, como endometriose ou desequilíbrios hormonais. A partir dos 35 anos a qualidade e quantidade dos óvulos cai drasticamente e a partir dos 38 anos, aumentam as possibilidades de alterações cromossômicas nos embriões", conta o Dr. Agnaldo Viana, médico do IVI Salvador.
No caso dos homens, é fundamental destacar que certas mudanças nos hábitos de vida ou de saúde, além do surgimento de alguma doença ou patologia grave, podem influenciar na perda da qualidade seminal, afetando diretamente as chances de uma gravidez.
"Justamente por isso, é que precisamos sempre que nos deparamos com uma situação de infertilidade – mesmo a secundária – investigar ambas as partes", explica o médico. Como a principal razão para a infertilidade secundária tende a ser a idade, especialmente das mulheres, os especialistas recomendam que elas realizem a preservação da fertilidade, através do congelamento de óvulos, sempre que for possível. "Assim, se essa mulher teve um primeiro filho de forma natural, mas por algum motivo resolver que quer engravidar 10 anos depois, terá óvulos preservados, em qualidade adequada para gerar essa nova vida", pondera.
O congelamento de óvulo permite principalmente adiar a capacidade reprodutiva da mulher pelo tempo que ela desejar. Dessa forma, quando a mulher pretende engravidar, poderá utilizar seus óvulos previamente vitrificados, que manterão intactas, as características que tinham quando foram colhidos.
Buscar ajuda na reprodução assistida
Uma pergunta bastante comum que as pessoas fazem é justamente: quando buscar ajuda? O melhor momento para consultar um especialista em medicina reprodutiva sobre uma possível infertilidade secundária seria, se a mulher tiver menos de 35 anos, após um ano de relações sexuais regulares sem engravidar. No caso de mulheres mais velhas (acima de 35 anos), recomenda-se a consulta após seis meses de relação sexual sem gravidez.
"Existe a convicção de que mulheres e casais que tiveram o primeiro filho sem nenhum problema e com naturalidade podem esperar que o mesmo aconteça com o segundo. Às vezes não é assim, e esse fato pode levar a grande sofrimento e estresse. A infertilidade secundária tem, portanto, um grande impacto a nível emocional", conclui o Dr. Agnaldo.
Sobre o IVI - RMANJ
IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica em Espanha especializada inteiramente em reprodução humana. Desde então, ajudou a criar mais de 250.000 crianças, graças à aplicação das mais recentes tecnologias em Reprodução Assistida. No início de 2017, a IVI fundiu-se com a RMANJ, tornando-se o maior grupo de Reprodução Assistida do mundo. Atualmente são em torno de 80 clínicas em 9 países e 7 centros de pesquisa em todo o mundo, sendo líder em Medicina Reprodutiva. Em 2022, a unidade IVI Salvador completou 12 anos. https://ivi.es/ - http://www.rmanj.com/
O novo talento da gastronomia regional já tem nome. O potiguar Alex Amorim é o primeiro Chef Show Norte/Nordeste. A disputa entre os oito finalistas foi realizada no SENAC Casa do Comércio, em Salvador, com apresentação da jornalista Pâmela Lucciola. O programa de formato inédito na TV aberta tem o objetivo de explorar e valorizar a gastronomia regional, dando evidência à diversidade de alimentos dessas regiões
O músico de 43 anos conta que o gosto pela cozinha vem desde criança. “Quando meus pais saiam para trabalhar, eu aproveitava para me aventurar na cozinha. No início, era por necessidade, mas depois descobri que realmente gostava de cozinhar”, explica.
Vindo da terra do maior cajueiro do mundo, o alimento que mais inspira as produções de Alex não poderia ser outro. “Adoro trabalhar com caju. Ele me acompanha desde a minha infância e é a minha fruta preferida. Na minha casa tinha um pé e eu via a minha mãe sempre aproveitando tudo da fruta”, relembra Alex.
O caju também marcou presença na receita que deu a vitória ao músico. “Meu prato foi arroz de caju com camarão, que dei o nome de arroz poti tropicano. Eu o escolhi por trazer diversos elementos que marcam a história do Rio Grande do Norte”, conta.
Além da fruta, que é símbolo do estado, o camarão também está enraizado na cultura popular. “A palavra potiguar vem do tupi-guarani, que significa “comedor de camarão”. A combinação dos dois alimentos e mais alguns ingredientes especiais tornam o prato criativo e, como bem avaliaram os jurados, uma “explosão de sabores”, explica.
Para Alex, é uma honra representar o seu estado. “É uma felicidade que não dá para explicar, até agora não caiu a ficha. Iniciativas como essas são importantes para a valorização da nossa cultura, das nossas tradições e dos alimentos característicos da nossa região”.
Alex, que também se considera especialista em carnes, já faz planos para o futuro. “Quero continuar o meu trabalho com assados e grelhados, mas sonho em ter um restaurante para que eu possa elaborar pratos regionais como os que fiz no programa”, finaliza.
A médica ginecologista Sofia Andrade, especializada em reprodução humana, fala sobre o tema