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  • Feira de Santana, sábado, 23 de junho de 2018

Saúde

Janeiro Roxo: Profissionais da Saúde fazem conscientização e busca ativa para novos casos de hanseníase

12 de janeiro de 2018 | 07h 35
Janeiro Roxo: Profissionais da Saúde fazem conscientização e busca ativa para novos casos de hanseníase
Foto: Divulgação / Secom
Manchas esbranquiçadas ou espessas na pele, perda da sensibilidade térmica, dolorosa ou tátil da pele são sinais da hanseníase, doença infectocontagiosa que acomete o homem. Em alusão a Semana do Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, que vai ocorrer de 29 de janeiro a 2 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Saúde, através da Vigilância Epidemiológica, vai intensificar as ações para busca ativa de casos novos da doença, visando o diagnóstico precoce e a prevenção de incapacidades.
 
No ano passado foram diagnosticados 84 casos da doença, no município. Enquanto que em 2016 foram registrados 75 casos. O crescimento é atribuído às notificações da doença. Em Feira de Santana, os portadores da doença recebem assistência nas unidades de saúde, onde é feito o diagnóstico e acompanhamento. Para casos específicos, o tratamento é disponibilizado no Centro de Saúde Especializado Dr. Leone Coelho Leda (CSE).
 
As pessoas com os sinais da doença também podem apresentar sensação de formigamento, fisgadas ou dormência nas extremidades, surgimento de caroços e placas em qualquer local do corpo e diminuição da força muscular, por exemplo, como ter dificuldade para segurar objetos.
 
A hanseníase é transmitida pelo bacilo Mycobacterium leprae através da via respiratória em contato prolongado com o paciente que não esteja em tratamento. O período de incubação dura em média de dois a sete anos. É uma doença que tem cura. Após iniciar o tratamento com a medicação – dura em média de seis meses a um ano – a pessoa com hanseníase não transmite mais a doença para outra.
 
Durante a Semana de Mobilização, alguns locais públicos específicos serão iluminados na cor roxa, em referência ao Dia “D” de Luta Contra Hanseníase – 31 de janeiro. De acordo com a enfermeira da Viep (Vigilância Epidemiológica), Julia Gonçalves, durante esse período os profissionais de saúde da rede municipal estarão mobilizados para intensificar as ações visando o diagnóstico clínico de novos casos.
 
“As pessoas com os sinais e sintomas da doença devem procurar uma unidade de saúde mais próxima à sua residência. Caso a hanseníase seja confirmada a pessoa receberá o tratamento medicamentoso indicado para cada caso específico. É importante salientar que os casos positivos, os familiares precisam também ser avaliados”, afirma.

FONTE: Secom



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