Um professor morreu vítima de meningite bacteriana, na cidade de Feira de Santana, maior cidade do interior da Bahia. A informação foi confirmada pela Prefeitura Municipal de Biritinga, no último sábado (5).
Davidson Souza Brito atuava em uma escola situada no Povoado
da Vila, em Biritinga. Segundo o governo local, ele passou mal, na última
quarta-feira (2), e precisou ser socorrido para uma unidade de saúde do
município.
Durante o atendimento médico, foram solicitados exames, a
serem realizados, no dia seguinte, na cidade de Serrinha. Entretanto, durante o
deslocamento, o docente se sentiu mal outra vez, tendo sido encaminhado para o
Hospital Municipal desta localidade.
Davidson Brito ficou internado até ser regulado
para um hospital de Santo Antônio de Jesus, na quinta-feira (3). No
trajeto, por causa do agravamento da condição clínica do docente, a equipe responsável
resolveu interná-lo no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), em Feira de
Santana, mas já era tarde. O paciente evoluiu a óbito.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Biritinga, parentes
próximos da vítima fizeram uso da quimioprofilaxia, uma estratégia de prevenção
de doenças infecciosas, que consiste na administração de medicamentos.
A doença foi confirmada por meio de nota. “A Secretaria Municipal de Saúde de Biritinga,
por meio da Vigilância Epidemiológica, vem a público informar sobre a
confirmação de um caso de meningite bacteriana em nosso município, o qual levou
a óbito um homem de 33 anos no dia 02/04/2025. Esclarecemos que todas as
medidas de vigilância e prevenção estabelecidas pelo Ministério da Saúde estão
sendo adotadas”, assegurou o órgão.
A pasta também alertou a população
para os sintomas clássicos da meningite, como febre alta, mal-estar, fraqueza,
vômito, dor de cabeça e rigidez na nuca. “Caso sejam identificados, é de
extrema importância procurar o serviço de saúde”, advertiu a SMS.
O Governo de Biritinga também observou
que a transmissão da meningite acontece de pessoa a pessoa, através de contato
direto das vias respiratórias, por meio de gotículas, de saliva ou espirros.
A
orientação é que pessoas próximas ao paciente façam uso de antibiótico
preventivo, como é o caso de:
- pessoas
que moram na mesma casa do paciente (contato domiciliar íntimo;
- pessoas que tiveram contato
direto com secreções respiratórias do paciente (via beijo, compartilhamento de
copo, escova de dentes ou exposição a tosse ou espirro);
- profissionais de saúde que
realizaram procedimentos invasivos sem proteção (ex: intubação, aspiração de
vias aéreas, coleta de líquor).
*Com informações do g1 BA.