O ex-deputado federal Colbert Martins lançou uma nota assinando como presidente municipal do PMDB, em protesto contras as condições de funcionamento da Uefs, que com pagamentos atrasados corre o risco de suspender as atividades, de acordo com a administração.
Para o peemedebista, não falta dinheiro, mas vontade política. Ele cita exemplos de outras ações em que o governo vem investindo ao longo das administrações petistas. “Dinheiro é o que não falta na Bahia: quase um bilhão para a Fonte Nova; 72 milhões para o projeto da ponte para Bom Despacho; milhões para a JAC Motors fazer um funeral de um carro em Camaçari, além de mais de 9 milhões, todo mês, para o Consórcio da Fonte Nova, até o ano de 2030, cujo contrato está sendo investigado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE)”, atacou.
“O Reitor da UEFS demonstrou publicamente que a quebradeira econômica e financeira (nunca antes vista neste Estado) poderá decretar o fim da nossa UEFS, após 40 anos de história e contribuição com o desenvolvimento do município de Feira de Santana e região”, protesta Colbert.
A nota não aponta para a realização de nenhum tipo de protesto ou outra iniciativa formal acerca da situação da universidade. Conclui dizendo que “o PMDB exige que sejam restabelecidas todas as condições para o funcionamento pleno da nossa Universidade, patrimônio dos feirenses e dos baianos”.
LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA ABAIXO:
TODOS EM DEFESA DA UEFS
A real possibilidade de fechar a Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS, devido à redução do repasse de recurso, por parte do governo do Estado da Bahia, move o Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB, Feira de Santana, que vem a público denunciar o descaso do governo da Bahia com a educação do nosso Estado.
O Reitor da UEFS demonstrou publicamente que a quebradeira econômica e financeira (nunca antes vista neste Estado) poderá decretar o fim da nossa UEFS, após 40 anos de história e contribuição com o desenvolvimento do município de Feira de Santana e região.
A redução do repasse de recurso para as universidades públicas da Bahia, por parte do governo do Estado, é uma violência contra nossa educação. Dinheiro, aliás, é o que não falta na Bahia: quase um bilhão para a Fonte Nova; 72 milhões para o projeto da ponte para Bom Despacho; milhões para AJAC Motors fazer um funeral de um carro em Camaçari, além de mais de 9 milhões, todo mês, para o Consórcio da Fonte Nova, até o ano de 2030, cujo contrato está sendo investigado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Dinheiro, portanto, não falta! Falta é vontade política.
Pátria Educadora? Onde? Quando?
O PMDB exige que sejam restabelecidas todas as condições para o
funcionamento pleno da nossa Universidade, patrimônio dos feirenses e dos baianos. Estamos na luta ao lado dos que querem a Educação e a Saúde como prioridades verdadeiras e contra ao silencio do cemitério a que querem condenar nossa UEFS.