Tribuna Feirense

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  • Feira de Santana, segunda, 15 de junho de 2026

César Oliveira

  • Pesquisa da Tribuna mostra empate técnico de Colbert e Neto

    César Oliveira - 12 de Novembro de 2020 | 14h 03

    Pesquisa da Tribuna Feirense realizada nos dias 6,7, e 9 de Novembro, para prefeito de Feira, mostra empate técnico entre Colbert Martins e Zé Neto.

    A pesquisa foi feita com amostra de 1000 questionários, aplicados na sede e nos oito distritos, e tem margem de erro de 3,09% pontos percentuais para mais ou para menos.  Ela foi realizada pelo Instituto Economic Pesquisas e registrada no TRE sob número BA-04789/2020.  

    Na pergunta espontânea o resultado foi um empate. 

  • Trumpismo, Trump, e seus demônios

    César Oliveira - 09 de Novembro de 2020 | 16h 10
    Os EUA tem uma estrutura política com dois partidos. O resto é só para cumprir tabela. A pergunta é se Trump acertou como “ agente “ político para os Republicanos? Sim, acertou ( Não estou validando atos do Trump, estou discutindo os resultados da ação política dele).
     
    Enquanto os democratas - a esquerda de lá- tem uma agenda que conta com toda mídia, universidades, e que portanto vai se infiltrando difusamente na Sociedade, os Republicanos estavam sentindo-se  sem referências, “perdidos “, inibidos, com uma agenda sem visibilidade. 
     
    Ao assumir de forma clara, Trump usou o exagero, a retórica bruta, insolente, para delimitar o território. Apesar disso, não fez nenhuma guerra, botou Kim Jong quietinho, levou países árabes a reconhecerem Israel, baixando a tensão na região, enfrentou a China de forma dura-e ninguém mais vai fazer- , produziu a maior geração de empregos em 60 anos, botou o PIB para crescer, e controlou a imigração ilegal. Além disso, o acaso o ajudou a fazer uma Suprema Corte conservadora , o que pesa muito por lá.
     
    Então, se não fosse o vírus, a pandemia, e sua abjeta conduta diante dela teria ganho a reeleição com uma mão nas costas. Perdeu para si próprio, mais do que para o adversário.
     
    A sua ação negacionista acabou mobilizando o eleitorado e isso resultou na maior votação da história recente dos EUA, ainda que por rejeição de metade do eleitorado. O anti-trumpismo, mais do que o entusiasmo com Biden, per si, acabou sendo o diferencial para eleger o adversário com o maior número de votos da história. A vitória que desperdiçou fica clara quando vemos que mesmo com todo desgaste do PIB, que caiu, e do vírus, que matou 250 mil americanos, ainda emplacou 70 milhões de votos. Trump jogou a eleição pela janela de seu próprios demônios.
     
    Embora o povo tenha dado uma resposta a ele, conservou a política dos Republicanos, aumentando a bancada de deputados e praticamente mantendo o Senado.
     
    A sua estratégia - se seria boa para a Sociedade, sempre, ou não, é outra coisa- serviu para delimitar espaços lá para os Republicanos, mas errou na dose das bizarrices, do egocentrismo, narcisismo. No entanto, para os interesses da campanha do partido, funcionou. O que não sabe é se os Republicanos terão a quem legar os 70 milhões de votos gerados pelo Trumpismo.
  • Charge da Semana

    charge

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