Caso o Senador Chico Rodrigues seja cassado o cargo será assumido por seu filho. Há Senadores que se afastam por um curto período, mas o bastante para que seu suplente assuma e ganhe direito a aposentadoria.
A vaga de suplente é uma forma de trapacear com a Justiça, com o eleitor. Ainda que o cargo seja perdido por corrupção o mandato continuará sendo sua capitania hereditária, e ocupado por um escolhido seu que não recebeu nenhum voto, ao invés do segundo mais votado na eleição.
É uma aberração, uma prebenda, uma sinecura, inaceitável.
Com o aberrante habeas-corpus dado pelo ministro Marco Aurélio ao traficante Andre do Rap, condenado em Segunda Instância -, e depois derrotado por 9x1, no Plenário- o STF, mergulhou em um pântano moral sem precedentes, embora sua degradação já venha em um longo processo e que acentuou-se sob a medíocre presidência de Dias Toffoli. Marco Aurélio já deu vários habeas-corpus a outros traficantes da mesma faccão criminosa, em impressionante regularidade. Nesse, sequer deveria ser o juiz que responderia ao pedido.
Do outro lado, no Congresso, os exemplos são tão aberrantes como no STF. A Câmara tem uma deputada, Flordilis, acusada de matar o marido, usando tornozeleira eletrônica, mas que consegue manter o mandato. Agora, o Senador Chico Rodrigues, é surpreendido pela PF com dinheiro escondido entre suas nádegas. Ao mesmo tempo, outras denúncias contra ele começam a surgir. E mesmo asim, os colegas já começam um movimento para que não seja cassado no Comitê de Ética.
Ambas instituições parecem indiferentes ao cidadão, como se não lhe devessem nenhuma satisfação, nenhum respeito.
Afundam em um pantâno do qual parecem incapazes de sair. E só mudarão se o povo estiver nas ruas.
O juiz que devia pedir a renovação da prisão, não pediu; o ministro do STF que não devia julgar o habeas-corpus, julgou; o Congresso que não devia ter aprovado o artigo, aprovou; o presidente que deveria ter vetado, não vetou.
André do Rap agradece a todos!
Não foi apenas a tempestade de dores e perdas que percorreu o mundo e o Brasil com a Covid-19. Junto com o vírus de origem chinesa - eles agiram de forma irresponsável na comunicação com o mundo e com a caótica OMS- vieram as ondas de obscurantismo científico, negacionismo, relativização, e, até mesmo de ódio, desrespeito, e antagonismo militante. Em cada uma delas uma contribuição a mais para a devastação do ordenamento mental, do sofrimento de crianças obrigadas a viver em isolamento, de idosos com síndrome do confinamento, e de todo resto da população obrigada a manter graus diversos de distanciamento social que afetou a sustentação econômica e o lazer- esse cavalo de Tróia da modernidade- gerando, por vezes, cenas de uma indiferença coletiva que nos apequena e espanta.
Houve, ainda, diversas lideranças políticas mundiais que optaram pela absoluta falta de empatia- tudo que não se espera de um líder- criando dicotomias e mensagens divergentes que contribuíram para os resultados negativos, apesar das eficazes respostas de suporte econômico. Houve o pântano moral em que diversos dirigentes, empresários, profissionais de saúde, afundaram, praticando atos corruptos com dinheiro destinado a melhorar as condições de saúde da população. Gente do mais desprezível quilate, que merece todo peso da Justiça e toda repulsa da Sociedade.
A tragédia, no entanto, é maior do que os mortos dessa morte solitária, em desamparo, em que se morre antes, ao entrar no hospital, sem mais direito a abraço, a despedida, a vivencia do luto. Uma morte diferente de todas as outras mortes. Além dela, há os que ficaram com seqüelas e que manterão essas complicações que afetarão seu desempenho e expectativas de vida.
Por outro lado, a participação da maior parte da sociedade nos cuidados de prevenção fez de cada um, um herói, pois, com seu sacrifício, ganhou- se tempo para a montagem da infra-estrutura de suporte e, sobretudo, deu-se tempo às equipes médicas de aprenderem sobre a doença em uma rede de compartilhamento de informações jamais vista, e que já fez com que a mortalidade se tornasse 20% menor do que no começo da pandemia.
No Brasil, tivemos uma medíocre política de testes, o que não permitiu a utilização das medidas de contenção de forma adequada gerando isolamentos desnecessários, ou fora do momento. Ao lado disso, o compartilhamento de informações equivocadas por formadores de opinião de aluguel; ou barbáries científicas, por absoluta ignorância metodológica da ciência, deram sua contribuição a balbúrdia geral.
No entanto, vivemos o sublime ato dos médicos, incansáveis no atendimento, com o sacrifício pessoal que já causou a morte de mais de 250 colegas, além de todo envolvimento dos demais profissionais de saúde e de apoio que se entregaram a essa batalha sem tréguas. Tenho presenciado isso nas duas UTIs só para Covid-19, em que prescrevo os pacientes renais.
Ao lado disso, a rede de solidariedade que foi das grandes empresas aos anônimos que mandam entregar uma refeição aos plantonistas de uma unidade de saúde, foi algo extraordinário e que redime nossa fé no humano.
Ao chegarmos aos 150 mil mortos, a tantas histórias antecipadas, a uma perda de memória insubstituível e inestimável, não podemos perdoar qualquer declaração que desvalorize essas vidas. Um humano, nunca pode desistir do outro, sem que esteja a desistir do humano que também é.
Precisamos tomar as medidas de acordo com o tempo atual, pois, não podemos comparar tempos diferentes. É preciso flexibilizar a economia, buscar a retomada do ensino, mas sem perder a noção da necessidade de mantermos medidas de segurança, e usarmos os testes para segurança, enquanto a vacina não se torna realidade.
Continue cuidado do outro para ser cuidado. Nós vamos vencer.
“O que eu posso dizer sobre o homem Carlos Alberto Brilhante Ustra é que ele foi meu oficial comandante durante o final dos anos 70 e ele foi um homem de honra que respeitava os direitos humanos de seus subordinados”
Mourão vice-presidente, e cego de conveniência
“O boi é o bombeiro do Pantanal, porque é ele que come aquela massa do capim, seja ele o capim nativo ou o capim plantado. É ele que come essa massa para não deixar, como este ano nós tivemos. Com a seca, a água do subsolo também baixou os níveis. Essa massa virou um material altamente combustível. Aconteceum um desastre porque tínhamos muita matéria orgânica seca. Talvez, se nós tivéssemos um pouco mais de gado no Pantanal, teria sido um desastre até menor”, afirmou
Tereza Cristina, ministra da Agricultura, sem explicar se com essa nova função os bois terão direito a aposentadoria previdenciária como os demais Bombeiros
“Somos pessoas que podem ajudar a determinar para que lado a humanidade vai. Que grande presente, que tremenda oportunidade, temos muita sorte, só temos que usá-lo com toda a inteligência, coragem e recursos que temos. A Covid-19 é um presente de Deus para a esquerda",
Jane Fonda , atriz, sem explicar se é senilidade, mau-caratismo, ou estupidez, sua fala
"Precisa ter um esforço nosso aqui, enquanto estamos nesse momento de tranquilidade no aspecto de cobertura de imprensa, porque só se fala de covid, e ir passando a boiada, e mudando todo o regramento (ambiental), e simplificando normas".
RIcardo Salles, ministro, e destruidor geral do Meio Ambiente