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26 de Fevereiro de 2016 | 09h 28
Por iniciativa do deputado Zé Neto foi realizada uma reunião segunda-feira na Secretaria de Meio Ambiente do governo do Estado para discutir a situação da lagoa Salgada. A convite dele eu iria comparecer, entretanto, pela mudança súbita do horário, não pude estar presente, mas o deputado teve a gentileza de nos ligar relatando o desenrolar da audiência.
A situação da Lagoa é crítica, por uma série de razões. Exige análise técnica bem fundamentada para avaliar sua recuperação depois de tantos ataques à mesma, depois de sua água ter sido sugada.
O mais importante é que há uma consciência clara no governo da necessidade de protegê-la dos invasores imobiliários, da drenagem da água por meio de poços. O deputado, reconheço, tem sido um forte defensor
destas questões que temos levantado aqui na Tribuna Feirense.
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23 de Fevereiro de 2016 | 08h 26
O cerco a Lula torna-se cada vez maior, as provas cada vez mais contundentes. Agora, depois de depor na PF mais de uma vez como testemunha, Lula fugiu de depor ao MP. Há, ainda, o depoimento a Sergio Moro.
A verdade é que a resistência de Dilma no Planalto depende de Lula poder ser candidato em 2018. Caso o ex-presidente seja preso - o que parece inevitável - ou se torne inelegível, o mandato de Dilma não valerá uma mosquita pousada na mandioca.
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23 de Fevereiro de 2016 | 08h 20
São 10 milhões de desempregados, mais de 100 mil lojas fechadas, recessão, inflação de mais de 10% e PIB negativo por 3 anos. Apesar deste resultado o governo segue indiferente, inútil, incapaz de qualquer medida de gestão. Sem credibilidade, fica extorquindo mais o brasileiro através dos aumentos setoriais de impostos como bebidas, sorvetes, como se estes também não gerassem emprego; com o não reajuste da tabela do Imposto de Renda, mais uma vez. Ao mesmo tempo insiste em tirar mais do cidadão com a CPMF, como se fosse nossa a obrigação de cobrir o rombo da corrupção e populismo oportunista, mas não corta o custeio, não reduz seus 22 mil cargos comissionados, não faz nenhum ajuste na sua máquina corrompida e aparelhada, no seu Ministério de uma incompetência sideral.
Em verdade a única pauta é barganhar a permanência no poder no dia seguinte, como se fosse um drogado tentando saciar o vício. A presidente, por sua vez, em completo surto mental sai a dizer asneiras sem sentido em seus discursos que vão da mandioca à mosquita, como se isto fosse respeitoso com nossas vidas, empresas e empregos. E ausenta-se de representar o Brasil nos encontros internacionais,
certamente para evitar o vexame que acontece toda vez que é exposta ao público.
As instituições, enquanto isto, sobrevivem de ações individuais e não de um processo solidificado e estruturado de funcionamento. O Senado e a Câmara são presididos por dois investigados do STF em
oito processos como se isto fosse a coisa mais natural do universo e não merecesse o repúdio feroz da nação, que, entretanto, não entende que a quarta feira de cinzas já chegou e segue em pleno carnaval.
A oposição, salvo raras exceções, por sua vez, não passa de uma destas falsas alegorias que costumam
enfeitar as passistas, mal cobrindo sua falta de pudor. Enquanto isto muitos seguem a defender o governo como se tudo que está acontecendo fosse um baba ideológico e a população mais pobre já não estivesse sofrendo, de volta à linha de pobreza e colocada para escanteio.
Falta um mínimo de grandeza à presidente para assumir sua incapacidade; falta pressão às aves de rapina que ocupam a maior parte do Congresso para que se façam reformas e acabe o desperdício; falta uma redução mínima do masoquismo nacional para que, enfim, se farte da continuada agressão sádica dos políticos atualmente no poder.
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22 de Fevereiro de 2016 | 16h 42
Embora alguns setores do mercado ainda não tenham sentido o reflexo da crise, ou caído na real, como alguns imóveis, a verdade é que a Getúlio Vargas cada vez tem mais lojas fechadas e dispostas a negociar o aluguel por um valor menor.
Academias, clínicas de Pilates, boutiques, começam a bater em retirada espremidas pelo alto custo de funcionamento, folha salarial, encargos, impostos crescentes, que não podem ser cobertos em tempos de crise.
O desemprego continua em ritmo constante.
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22 de Fevereiro de 2016 | 16h 25
A disputa ao cargo de líder do PMDB não poderia ser mais simbólica da situação política nacional. A disputa
entre o PMDB de Cunha e o PMDB de Dilma revelou claramente que o PMDB consegue o fenômeno de ser governo e oposição ao mesmo tempo.
Picciani, o vencedor, compõe a renovação pela tragédia, alimentado por Dilma e Pezão, mas sinaliza que, no Congresso, Dilma não está morta. A capacidade de convencimento do poder é surpreendente e seus argumentos sempre podem ser depositados em nome de uma boa causa.