1- Pedido do Plano de Drenagem de Feira feito pelo vereador Pedro Américo à PMFS
2-Investimento de R$100 milhões do governo do estado na educação feirense. Um acerto de Jerônimo.
3-Feira do Livro Usado
4- Agronegócio baiano que se tornou responsável por 23,5% do PIB da Bahia
5- XIV Festival de Sanfoneiros de Feira, produção CUCA/UEFS
6-Crescimento da safra de grãos da Bahia em 6,7%
7- O vídeo do deputado Nicolas Ferreira que obteve mais de 300 milhões de visualizações e fez o governo mudar sua medida sobre o PIX.
8-Crescimento das redes de supermercado em Feira permitindo uma concorrência que reduza preços.
9- A cobrança feita pelo presidente da Câmara Marcos Lima sobre os documentos, orçamentos, contratos, licitações, da reforma do prédio Anexo da Câmara, à ex-presidente Eremita Mota.
O regime ditatorial da Venezuela imposto por Hugo Chávez e
mantido por Nicolas Maduro sempre teve o aval de Lula , da esquerda brasileira
e de nossos intelectuais e artistas. Lula já declarou que havia “ democracia
demais na Venezuela “ e que Maduro “ tinha de criar sua própria narrativa” para
se contrapor a de que seu narcoregime é
uma ditadura feroz que trouxe miséria, levou a imigração maciça, executa e persegue opositores. Lula sempre foi
cúmplice desse regime, apesar de tudo de amoral que ele representa. Agora ficou
comprovado em atas eleitorais que estão guardadas no Panamá que Maduro fraudou
a eleição, roubou a eleição, que foi vencida por Edmundo Gonzalez, candidato
substituto, já que Maria Corina, líder
da oposição, foi impedida de concorrer pelos juízes fantoches da Suprema Corte.
Enquanto vários países da América Latina, como Argentina, Uruguai-
Mojica chamou a Venezuela de ditadura-, Chile- o esquerdista Boric que fez um
duro pronunciamento- mostram seu repúdio ao golpe eleitoral o Brasil manda Embaixador
para a posse de Maduro.
Aqui, entidades esquerdistas , inclusive uma inacreditável, Associação
Brasileira de Juristas pela Democracia, fizeram carta a Lula pedindo que o
Brasil reconhecesse a fraude repudiada por todo mundo livre. Enquanto isso,
nossos falantes artistas pela democracia, seguem em seu abjeto silêncio.
A nota emitida pelo governo brasileiro depois de toda uma
história de apoio beira o cinismo conveniente e está muito aquém do pronunciamento
de todos os líderes vizinhos.
Lula, as entidades esquerdistas e nossos omissos intelectuais
são cúmplices morais das mortes, do exílio, da fome, da prostituição, da fraude
eleitoral, da perseguição a opositores, das milícias, que transformam a
Venezuela em um inferno existencial e selvagem ditadura. Já não podem esconder que o sofrimento daquele povo também está em suas mãos.
O presidente da Fundação Municipal de Tecnologia da Informação e Telecomunicações (Funtitec), Antônio Carlos Coelho, em uma estarrecedora entrevista relatou vários problemas de conservação de equipamentos culturais e tecnológicos no governo passado. O que mais impressionou, no entanto, foi sua afirmação que o descaso de manutenção levou a queima de três projetores do Museu Parque do Saber, com um prejuízo ao redor de R$5 milhões.
É inconcebível que isso tenha
acontecido e é preciso que se aponte de quem era a responsabilidade pela
manutenção do equipamento e se a administração e o Prefeito tinham ciência do
fato!
A nomeação dos secretários para essa nova administração do governo Ronaldo foi cercado de expectativas, negociações e roer de unhas, apesar de todos estarem ciente da dramática situação económica da Prefeitura deixado pelo governo Colbert, ao que parece mais grave do que a equipe de transição detectou.
Evidente que esse mandato de José Ronaldo irá exigir um padrão de desempenho elevado, superior até aos anteriores para não comprometer a imagem de eficiência que criou. A nomeação final resultou em comentários de todos os tipos. Os críticos se queixaram que a renovação foi pequena e que há nomes que já deram o que tinha de dar; os apoiadores, ao contrário, disseram que ele escolheu nomes de bom desempenho comprovado e algumas novas caras como prometido.
O certo, mesmo, é que Ronaldo nomeou o secretariado com maior negociação política de todos os seus mandatos.
É aguardar para vermos o resultado antes do julgamento.
O filósofo
Nietzsche disse: “a arte existe para que a realidade não nos destrua”. Assim, o
acesso aos bens culturais precisa ser
visto como prioridade pelos governos, afinal, ao investirmos em Cultura
impactamos a segurança, coletividade e paz social. Cultura é um meio para
valorizar a vida aumentando o respeito ao indivíduo .
A
Constituição coloca a Cultura ao lado da Educação, Ciência e Seguridade Social,
portanto os investimentos direcionados a ela cumprem função do estado . Em
2020, a economia da cultura e das indústrias criativas (ECIC) movimentou R$
230,14 bilhões, equivalente a 3,11% do Produto Interno Bruto (PIB). Em 2022, o setor gerou 308,7 mil novos postos de
trabalho. Foram 7,4 milhões de empregos formais e informais no país, o que
equivale a 7% do total dos trabalhadores da economia brasileira. Em 2020
existiam mais de 130 mil empresas de cultura e indústrias criativas em
atividade e a área foi responsável por 2,4% das exportações líquidas, segundo
dados do Observatório Itaú Cultural. Estima-se que a cada um real investido em cultura, três
reais retornam para a sociedade sob a forma de benefícios.
A
literatura, artes plásticas, dança, audiovisual, cinema, fotografia, folclore, música,
teatro, circo, artesanato, exercem papel
inquestionável contribuindo para a formação moral, preservação de identidade do
povo, melhoria da qualidade de vida, fortalecimento de vínculos e desenvolvimento
econômico.
O poeta
Ferreira Gullar escreveu: “a arte existe porque a vida só não basta”. Com a
arte compartilharmos beleza, significados, memória. É preciso que governantes
compreendam a necessidade de um projeto cultural que seja maior do que uma mera
política de eventos, fragmentada e intermitente. O novo secretário de Cultura,
Cristiano Lobo, começa o trabalho com expectativa bastante favorável por sua
formação, experiência e entusiasmo com a
missão de produzir uma profunda renovação cultural em Feira.
Sem as
artes, a vida fica insuportável e banal. A Cultura é a resposta que temos para superar
as dificuldades da vida em sociedade, atual, e semearmos a esperança de dias
melhores.