A empresária Cida Pinto reuniu amigos e familiares no último sábado, 7, para celebrar seus 47 anos. Com a organização do ICDW Casamentos, de Michele Azevedo e Marina Novaes, a festa aconteceu no luxuoso Santuário Hotel Fazenda, de Cida, localizado ao lado da Vila de Santo André, sul da Bahia.
Cida, que é filha de Ubaldino Pinto, mais conhecido como Baiano, ex-prefeito de Porto Seguro e de Cabrália, recebeu o carinho dos filhos Luan, Lara e Liz, além do marido Adson Braga, dos irmãos Ubaldino Junior, Lúcio e Cristiano, e dos amigos, em uma festa para quase 200 convidados que dançaram ao som das bandas Virou Bahia e a Barco a Vela e do DJ M Gerald, que não deixaram ninguém parado.
Assim como os casamentos que são feitos no Santuário Hotel Fazenda, a festa virou a madrugada, já que fica em um local apropriado para eventos, sem limite de hora para acabar.
Santuário Hotel Fazenda
Com mais de 2 mil hectares de Mata Atlântica, o Santuário Hotel Fazenda é o novo destination wedding da região, atraindo casais que querem se casar no paraíso sob as bênçãos da maior imagem de Santo Antonio do mundo, localizada ao lado da charmosa igrejinha do local.
São 11 suítes de luxo climatizadas que comportam até 4 pessoas, cada, com decoração delicada e rústica. O casal ainda pode ficar na suíte master, que possui sauna e hidromassagem, em um ambiente perfeito e acolhedor para os noivos.
O cantor Jefinho só tem motivos para comemorar neste início de 2023. Dando todo o gás na sua carreira solo, o artista – que é uma revelação no cenário da sofrência na Bahia – acaba de lançar seu mais novo CD, intitulado “Quem não Chora, não Ama!”, junto com um single de trabalho. A canção inédita, “Clima Frio!”, uma composição de Saymon Marques, José Roque e Macenna, promete vir como um dos destaques da estação mais quente do ano. O single, um arrocha, cheio de sofrência, com batida fácil e viciante, traz a história de um rapaz que apesar de estar sofrendo por ter se afastado da mulher que ama, prefere continuar separado, porque será melhor para os dois.
Para escutar não somente a nova música, mas também o CD na íntegra, basta acessar: https://www.suamusica.com.br/
Mais sobre Jefinho
Jefinho - que é nascido em Quijingue, cidade do interior da Bahia - foi inserido no mundo da música aos 9 anos, sob a influência do tio Ivanilson, que já era músico, guitarrista, e tinha uma trajetória fazendo parte de um grupo local. Depois de ouvi-lo cantando, o tio percebeu o talento do sobrinho e começou a levá-lo para os ensaios da sua banda. Gradativamente, Jefinho começou a cantar junto com o grupo e a participar de shows de calouros. Com tempo, e o talento, a partir dos 15 anos, Jefinho se encantou de vez pela música e deu o pontapé na carreira profissional. Depois disso, ele participou de alguns grupos como o Desejo a Dois (arrocha), Forrozão sem Vergonha, Amor Mania, Trem do Forró, e por último, em 2019, antes de iniciar a carreira solo, a banda Namoro Online.
A cantora Larissa Mello mostra que entrou nesse novo ano cheia de gás e trabalhando muito. A artista acaba de anunciar o lançamento do seu segundo single autoral. Intitulada “Pá Pá Pá”, a canção é uma composição de Lucas Pierotty, e promete se tornar um dos hits do verão baiano. A data para a nova música estar disponível nas plataformas de streaming é dia 19 de janeiro, quinta-feira da próxima semana. O novo single é um vanerão, cheio de swing e para lá animado. O ritmo tem tudo para, mais uma vez, estourar não só como coreografia no TikTok, mas também nos paredões. “Eu estou muito ansiosa para mais esse lançamento. A letra dessa música é gostosa demais! Dá vontade de sair dançando. Espero que todo mundo goste desse novo trabalho”, conta Larissa.
Não importa onde são instaladas, o fato é que as redes proporcionam uma atmosfera leve, brasileira e descontraída, não é mesmo? Com origem indígena - os seus primeiros registros são a partir do século XV, como na carta de Pero Vaz de Caminha - a rede de dormir (ou descanso) ganharam os casarões das fazendas com a chegada dos portugueses, já que as mulheres dos colonos adaptaram tal técnica. As redes então se consagraram como símbolo onipresente da cultura e do modo de vida dos povos originários do país, transformando-se em um ícone de brasilidade e tropicalismo.
Pensando nisso, as sócias Fernanda Daltro e Juliana Figueredo, que lideram a Fios Tear e Décor, elegeram uma fábrica da cidade de Fortaleza, que cultiva o próprio algodão, para assinar as redes comercializadas pela marca. São diversas opções de modelos e cores que compõem o portfólio repleto de autenticidade e bom gosto.
"A rede é um convite à preguiça e ao ócio criativo, além de ser um elemento regional e símbolo de orgulho em diversos estados da nossa região. Logo, não teríamos como deixar as redes de fora do nosso leque de objetos", comenta Juliana. "Apesar de estarem associadas às casas de praia, as redes também estão presentes em ambientes urbanos, compondo "refúgios" em casas e apartamentos. Elas trazem aconchego para o ambiente", complementa Fernanda.
É admirável perceber como uma peça com tanto significado para a cultura brasileira teve ao longo da história diferentes tipos de funções. E que ainda é tão atual na decoração de interiores. É bom saber que balança tanta história no seu modo de fazer, nos materiais que são empregados e na tradição da tecelagem manual, fonte de renda para muitas famílias por todo o país.
A Fios e Tear Décor possui showroom em Vilas do Atlântico e realiza também atendimento virtual por meio do instagram @fioseteardecor.