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  • Feira de Santana, domingo, 18 de novembro de 2018

Saúde

Campanha de doação de sangue: fator negativo é raro

23 de maio de 2018 | 17h 54
Campanha de doação de sangue: fator negativo é raro
Foto: Divulgação / Secom
Ajudar. Este é o verbo conjugado pelos doadores de sangue. Johnny Winter (foto abaixo) foi uma das primeiras pessoas a participar da campanha de doação que acontece até a quinta-feira, 24, realizada pela Pastoral da Saúde e o Hemoba, como o apoio da Prefeitura de Feira de Santana.
 
“Doar é, sem dúvidas, uma questão humanitária, porque o sangue pode salvar a vida de uma pessoa que você não conhece. Esta é a grande satisfação”, disse o rapaz doador, que periodicamente faz esta boa ação. Outro problema é a escassez do produto nos bancos dos hospitais.
 
Carlos Santos também foi doar. “Já faço este tipo de boa ação há muitos anos e esta será a segunda vez que participo desta campanha”, destaca. Para ele, o fato de ajudar sem saber a quem, torna a doação ainda mais significativa. “É uma questão de consciência”, reforça.
 
E a expectativa do Hemoba é de que até o final da quinta-feira, cerca de 250 bolsas sejam levadas para a instituição, recolhidas no micro-ônibus localizado no estacionamento da Prefeitura. “Estamos com problemas de abastecimento e acreditamos no altruísmo dos feirenses”, disse a enfermeira Nilza Azevedo (foto). O problema maior, revelou, são com os sangues de RH negativo, os ditos raros.
 
“O sangue tipo O negativo é fundamental”, afirma a enfermeira. Por ser de transfusão universal, este tipo é muito útil em situação de emergência. Ainda de acordo com a enfermeira, o estoque de segurança gira entre 750 e 800 bolsas, por mês. “Mas as doações estão na faixa de 500 bolsas”, informa.
 
Mas a quantidade de bolsas levadas para o Hemoba não significa que todas serão aproveitadas, depois de submetidas a todos os testes de qualidade. Grande parte, diz a enfermeira, é descartada no bloqueio sorológico.
 
Para compensar o déficit, nas situações de emergência o Hemoba local é socorrido por outras unidades. “Criamos uma rede de ajuda”. O problema, diz, é que nem sempre se tem certeza de que o sangue trazido é o compatível. Ela ainda afirmou que a situação não permite que hajam descartes. As bolsas tem validade de até 35 dias e as plaquetas, cinco.

FONTE: Secom



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