Apesar de seus movimentos inadequados para coibir a CPI da Lei Rouanet o ministro da Cultura admitiu, em entrevista, que o ministério era utilizado politicamente para organizar a base do PT. Então, ministro, pare de atrapalhar a investigação.
A delação premiada revelando que Sérgio Guerra, do PSDB, já falecido, recebeu R$10 milhões para enterrar uma CPI, é apenas a prova de que nosso buraco político é mais embaixo e mais profundo.
Na versão atual, o policitado Aécio Neves, segue sem ser investigado, apesar das inúmeras delações, que talvez pelo menos expliquem seu desempenho medíocre como senador oposicionista.
Embora o projeto seja difícil de ser implantado, tem o mérito de ter trazido à discussão o papel dos professores em sala, a necessidade de ampliar o debate evitando a militância esquerdista doutrinadora, e a revisão de livros pedagógicos nitidamente com informações partidárias. Já foi um avanço e a discussão precisa continuar.
Agressão pessoal de militante a qualquer cidadão por sua postura política é inaceitável. Entretanto, a atitude da atriz de pensamento meio tatibitate, Letícia Sabatella, de entrar em uma manifestação pro-impeachment, de forma deliberada, é uma atitude rasteira, para fazer proselitismo oportunista. Em vídeo, a polícia a protege, mas ela insiste na provocação.
A ditadura venezuelana de Maduro não respeita a cláusula do Mercosul que obriga os países membros a serem democracias. Ela não pode, pois, ocupar a presidência do grupo. Ao contrário do cúmplice governo de Dilma, o chanceler José Serra pressionou e, apoiado por Paraguai e Argentina, chutou a Venezuela da vaga. Atitude corajosa, correta, que deveria ter sido a postura do nosso país em defesa da democracia e não de apoio a este bolivarismo tacanho, opressor, fracassado e violento. Certo, Serra.