Intensificação da ação da PM no combate as facções
O retorno do Natal Encantado em dois fins de semana
O início das obras de duplicação na Avenida do Contorno
As obras de recuperação do Centro de Cultura Amélio Amorim
A Biblioteca Arnold Silva mantida como Biblioteca Arnold
Silva
A expansão dos restaurantes de alta culinária e cafeterias
na cidade
A instalação da Hemodiálise Contínua no HGCA
A vitória de Raissa Leal , no skate.
A British Broadcasting Corporation (BBC) é uma das
instituições de comunicação mais respeitadas do mundo, fundada em 1922 como uma
corporação pública de rádio e televisão do Reino Unido. Ao longo de mais de um
século, construiu uma reputação de imparcialidade e excelência jornalística,
sendo referência global em notícias e produção audiovisual.
Recentemente, no entanto, a BBC se viu envolvida em uma
grave crise após a divulgação de um
relatório que aponta manipulação no
tratamento de um discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump,
relacionado aos acontecimentos de 6 de janeiro de 2021, data em que ocorreu a
invasão do Capitólio norte-americano. Segundo o documento, trechos teriam sido
editados de forma a sugerir que Trump incitou diretamente seus apoiadores à
invasão, o que teria comprometido a integridade editorial do material.
A denúncia levou à renúncia de dois diretores da emissora,
intensificando o debate sobre ética jornalística, imparcialidade e politização
da mídia. Especialistas afirmam que isso representa um duro golpe à
credibilidade da BBC — uma instituição que, por décadas, simbolizou o padrão
ouro do jornalismo público.
Por outro lado, representantes da emissora afirmam que estão
cooperando com as investigações e que qualquer erro editorial será devidamente
corrigido, reforçando o compromisso com a transparência e com a prestação de
contas à sociedade.
O episódio reacende discussões mais amplas sobre a
polarização política, a influência ideológica nos meios de comunicação e a
necessidade de responsabilização de veículos jornalísticos em casos de
distorção intencional de informações — especialmente quando envolvem figuras
públicas e eventos de grande impacto político. O episódio é uma vergonha para o
jornalismo, escandalosamente imoral, e seus editores deveriam ser severamente punidos.
A megaoperação no Rio colocou a terrível questão da segurança em pauta dominante. A mídia, artistas, a esquerda, os narcoativistas, condenam a operação- embora nunca tenham sequer levantado a voz para defender os 5 milhões de cariocas que vivem sob o domínio do tráfico no estado. Hoje, no entanto, algo ficou escancarado: a distância que separa os que vivem livres, sem serem obrigados a pagar pelo uso da internet, do gás, a não ter acesso ao SAMU, a morar atrás de barricadas que delimitam territórios, daqueles que vivem essa vida infernal.
Uma pesquisa da Atlas, mostrou que 87% dos que moram em favelas apoiam a megaoperação. Indiscutível, claro, límpido. Entre os que não moram nas favelas essa aprovação cai para 55%. Os defensores do crime como um resultado social, os que certamente apoiam a ideia de Lula de que " os usuários são culpados pelos traficantes" são obrigados a engolir esse dado avassalador. Ninguém suporta mais viver sob domínio de traficantes. Para esses, a operação foi uma retomada de território e não apenas um ação de combate as drogas. É hora de parar de fantasiarmos criminosos de vítimas e a sociedade de culpada!
Saí as 10h de sábado, de Feira, para um compromisso ao meio-dia em Salvador. Quatro horas após não tinha sequer ultrapassado Amélia Rodrigues. Ao todo gastei 6h no engarrafamento. Na pista de ida um caminhão com farinha de trigo estava tombado a direita, mas o verdadeiro problema foi um caminhão com combustível que virou na pista de vinda de Salvador. A Polícia Rodoviária passou a dividir a pista de ida a Salvador com os motoristas que vinham da capital. E o caos se instalou. Aconteceu de tudo na estrada: roubo ao vice-prefeito de Feira, discussão com a Federal, motoristas transitando pelo acostamento e impedindo a passagem de ambulâncias. Alguns impacientes invadiram as cancelas do pedágio e a desordem se instalou. Em compensação, uma senhora, milagrosamente com um vaso de café fez a alegria dos empacados da estrada. E um outro retirou um botijão de água mineral do fundo carro e passou a servir todo mundo. Quando liberado foi seguir pela estrada vergonhosamente esburacadas com alguns veículos parados por dano nas rodas. A BR 324 tornou-se uma aventura desconfortável, perigosa, a todos os motoristas que são obrigados a transitar por ela. Esta semana precisarei ir todos os dias a Salvador. Já acendi velas e pedi proteção aos santos, poque ao poder público não adianta mais!
A obesidade infantil é um dos maiores problemas de saúde pública porque esta é a base da obesidade do adulto que estará relacionada ao aumento das mortes cardiovasculares, por infarto, derrame e doença renal crônica. Por outro lado, a obesidade tem impacto no aprendizado, na qualidade de vida, nos riscos a saúde, e no absenteismo na escola. Por isso, a Academia de Educação de Feira (AEFS) estará promovendo nessa próxima quinta-feira um seminário com o objetivo de alertar para o problema, sensibilizar professores e sinalizar a necessidade de intervenção.
Além da endocrinologista Ana Mayra Oliveira, especialista em obesidade infantil, o evento contará com a participação do professor César Oliveira que irá falar do impacto da obesidade no aprendizado, a nutricionista Flávia Vosqui irá comentar sobre alimentação escolar e cantinas e a endocrinolgista Ana Luisa Oliveira, da Unicamp, irá falar sobre intervenções no estilo de vida e o uso de canetas emagrecedoras. O evento será realizado na Secretaria de Educação ( no antigo Feira Tenis Clube), com ingresso gratuito, sendo aberto ao público.