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04 de Março de 2016 | 11h 31
Estado e município devem se unir para salvar a lagoa
O deputado Zé Neto, o secretário de Meio Ambiente do Estado, Eugênio Spengler, o secretário de Meio Ambiente do município, Roberto Tourinho, além de Messias Gonzaga do INEMA e Frei Monteiro, estiveram, ontem pela manhã, visitando a lagoa Salgada para analisar a possibilidade de preservação daquela área.
Técnicos do governo estiveram presentes e percorreram vários trechos observando as condições atuais e sugerindo algumas propostas iniciais. O secretário Tourinho disse que iria disponibilizar o mapeamento aéreo que foi feito, recentemente, para que os técnicos do governo possam trabalhar no projeto.
Messias Gonzaga disse que o INEMA irá contribuir da maneira mais ágil possível para que as ações possam se concretizar. A sugestão inicial, após as discussões, é a criação de uma ciclovia no entorno da lagoa, de forma a criar uma delimitação e impedir que novas invasões sejam realizadas. Esta ação se iniciará de maneira urgente para firmar a preservação da área enquanto os técnicos fazem o mapeamento para saber quais partes têm melhor drenagem e que tipo de ação será desenvolvida.
A lagoa tem um perfil de ser dependente do lençol freático, o que torna a intervenção mais complexa do que as realizadas em outras lagoas. O senhor Luís, morador do local há 36 anos, garante que já viu a lagoa encher e transbordar em direção ao Subaé.
Na visita pudemos observar que há áreas em que existe água acumulada com presença de vitórias régias entremeadas com garrafas pet atiradas na lagoa, mostrando a necessidade da intervenção.
Um aspecto que o secretário Tourinho ficou de avaliar foi a preservação dos caminhos de acesso à lagoa para que não seja ocupada por construções ou condomínios. Foi confirmada a disposição de parceria entre o governo estadual e a prefeitura para um trabalho conjunto, visto que há responsabilidades diversas para cada um. A iniciativa do deputado foi extremamente positiva e traz a esperança desta imensa área transformar-se não só em uma lagoa preservada, mas um parque com múltiplas possibilidades.
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26 de Fevereiro de 2016 | 10h 05
A face mais cruel da disputa política e da incompetência gerencial é sentida, de modo geral, pelos trabalhadores de menor renda. Já são dez milhões de desempregados e a taxa de desemprego atingiu, em janeiro, índices de 7,6%, a maior em sete anos, segundo o IBGE.
Esta situação leva a endividamento, redução do consumo, sofrimento familiar, aumento da violência, subemprego e um desgaste social violento. O governo não pode continuar indiferente e incapaz de tomar medidas que modifiquem o panorama econômico do país apenas pelo seu interesse político.
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26 de Fevereiro de 2016 | 10h 03
A prisão do marqueteiro, acusado de receber recursos ilegais no exterior, inclusive da Odebrecht, coloca a
campanha de Dilma cada vez mais sob suspeita e próxima da ilegalidade.
A mulher de Santana, também presa, já confessou que recebeu recursos da onipresente construtora baiana.
Evidente que as verbas serão rastreadas, pois a cooperação internacional é uma realidade da qual não se pode mais escapar.
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26 de Fevereiro de 2016 | 10h 02
É vergonhosa a tentativa do governador de São Paulo de esconder os dados da violência no estado. Patético.
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26 de Fevereiro de 2016 | 10h 01
Independente das razões dos lados combatentes em relação à adequação do projeto do BRT - não de sua necessidade - é preocupante o limbo jurídico em que a obra se encontra.
Ora, se um projeto para ser completo exige uma série de intervenções, a população não estará atendida se ele for entregue parcialmente. O retardo, com todos os prejuízos que traz aos comerciantes do entorno e ao trânsito, é significativo.
Entretanto a situação financeira da obra preocupa-me mais ainda. O prefeito disse ser necessário concluir com recursos próprios. Como o Secretário da Fazenda apontou diversas vezes que havia queda da receita, a prefeitura encolheu o Natal Encantado pela escassez de verbas, fico sem entender como aparecerão recursos para cobrir uma obra tão grande. Certamente, ele teria de ser desviado de outras áreas e, se assim, for, nós cidadãos gostaríamos de saber quais setores serão prejudicados. Caso não seja assim e a Receita não tenha caído, então entenderemos que o governo faltou com a verdade ao queixar-se da falta de dinheiro.
Precisamos de agilidade judicial para uma solução definitiva, seja para qual decisão for, pois o impasse atual é injusto com a cidade.