A política externa brasileira é cúmplice do bolivarianismo, da sua violência e mortes, da sua tentativa de oprimir e eliminar opositores. O Brasil, que deveria liderar a América do Sul, foi submisso a Chavez durante todo o mandato do PT e agora perde o protagonismo para o recém-eleito Macri, da Argentina.
O presidente portenho estreou internacionalmente exigindo que a Venezuela libertasse os opositores políticos. Enquanto isso, em um rastejamento moral indecente, Dilma elogiou a democracia Venezuela. Logo ela, uma vítima da perseguição da ditadura brasileira. Nos envergonha como cidadão, nos apequena como nação.
Os hospitais do Rio, palcos das desastrosas e comprometidas administrações de Sérgio Cabral e Pezão, estão fechando as portas e deixando o povo sem atendimento. É o caos que a falta de verba e os gastos escusos estão legando ao Rio. E com o risco de contaminar todo o Brasil.
A previsão é de 10,8% no ano. Algo que não víamos desde o Plano Real. E Dilma nomeia para ministro o criador do rombo nas contas do governo. É apostar na tragédia ou apostar na passividade brasileira.
Chegamos ao fim do ano com 1,5 milhão de desempregados. É a maior obra de Dilma no governo.
Programado para a autodestruição, o governador de São Paulo vai mostrando que já não tem a capacidade de gerenciar o maior estado do país. Como sempre digo, a longevidade realça os vícios e dilui as virtudes.