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Justiça

TRE-PR tem 3 votos a 1 contra cassação de Sérgio Moro; julgamento continua amanhã

08 de Abril de 2024 | 17h 59
TRE-PR tem 3 votos a 1 contra cassação de Sérgio Moro; julgamento continua amanhã
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A terceira sessão de julgamento das duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs), que solicitam a cassação do mandato do senador Sergio Moro (União-PR), chegou ao fim nesta segunda-feira (8), com um placar de três votos contra a cassação e um voto a favor. O julgamento será retomado nesta terça-feira (9), às 14h.


DETALHES DOS VOTOS:


- Desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza: Contra a cassação.

- Desembargador José Rodrigo Sade: A favor da cassação e pela inelegibilidade.

- Desembargadora Claudia Cristina Cristofani: Contra a cassação.

- Desembargador Guilherme Frederico Hernandes Denz: Contra a cassação.


TRÊS DESEMBARGADORES AINDA DEVEM VOTAR:


- Desembargador Julio Jacob Junior – Classe de advogado efetivo.

- Desembargador Anderson Ricardo Fogaça – Juiz de Direito efetivo.

- Desembargador Sigurd Roberto Bengtsson – Presidente.


Sergio Moro e os suplentes, Luis Felipe Cunha e Ricardo Augusto Guerra, enfrentam acusações de abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. Moro tem negado veementemente as acusações desde o início do processo.


As ações contra eles, com teor semelhante, estão sendo julgadas conjuntamente pela Corte. Independentemente da decisão do tribunal paranaense, é possível recorrer. As informações são do G1.


O QUE É ALEGADO CONTRA MORO?


As duas AIJEs foram instauradas por duas frentes políticas antagônicas no cenário nacional: o Partido Liberal (PL), alinhado ao bolsonarismo, e a Federação Brasil da Esperança - FÉ BRASIL (PT/PCdoB/PV), que apoiou o governo Lula em 2022.


As ações argumentam que, durante a pré-campanha para a Presidência da República, Moro teria cometido abuso de poder político ao utilizar indevidamente os meios de comunicação, além de obter vantagens indevidas em relação aos demais candidatos que concorreram ao Senado.


Os partidos alegam que os gastos com viagens, eventos e publicidade durante a pré-campanha presidencial conferiram a Moro uma visibilidade desproporcional, o que impactou a corrida pelo Senado.

 

 

  



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