Ao que parece, esquecidos das monumentais promessas de estocar vento, dos discursos de Dilma, os colunistas, do que se convencionou chamar de extrema-imprensa, anunciaram o apocalipse, o dilúvio final, após o discurso de Bolsonaro. As previsões deram chabu. Bolsonaro fez seu melhor discurso até aqui, com voz altiva, defesa da soberania, critícas ao projeto de corrupção comandado por Lula e seus parceiros, incluindo a Venezuela, reafirmou o convite e a abertura comercial, defendeu a liberdade religiosa, a democracia, a Justiça, elogiando Sérgio Moro, e deu um merecido cascudo na aparelhada ONU, defendendo as Nações Unidas.
Foi um dircurso grandioso, aliás, o melhor que tivemos na ONU nas últimas décadas.
Evidente, então, que a tragédia não aconteceu. Os opositores, naturalmente, não irão gostar, o que é natural. Já o extremo-colunismo não virá pedir desculpas por suas análises de militância quando o leitor espera informação qualificada, por isso mesmo vão pagando o preço de suas escolhas com a perda da credibilidade. Também, não os veremos engolindo suas palavras: correm o risco de morrerem envenenados.
Revelando a verdade sobre a corrupção do PT:
No meu governo, o Brasil vem trabalhando para reconquistar a confiança do mundo, diminuindo o desemprego, a violência e o risco para os negócios, por meio da desburocratização, da desregulamentação e, em especial, pelo exemplo.
Meu país esteve muito próximo do socialismo, o que nos colocou numa situação de corrupção generalizada, grave recessão econômica, altas taxas de criminalidade e de ataques ininterruptos aos valores familiares e religiosos que formam nossas tradições.
Denunciando a ditadura Cubana e Venezuelana:
Na Venezuela, esses agentes do regime cubano, levados por Hugo Chávez, também chegaram e hoje são aproximadamente 60 mil, que controlam e interferem em todas as áreas da sociedade local, principalmente na Inteligência e na Defesa.A Venezuela, outrora um país pujante e democrático, hoje experimenta a crueldade do socialismo.
O socialismo está dando certo na Venezuela! Todos estão pobres e sem liberdade!
A defesa da liberdade econômica e os acordos comerciais inéditos:
Não pode haver liberdade política sem que haja também liberdade econômica. E vice-versa. O livre mercado, as concessões e as privatizações já se fazem presentes hoje no Brasil.Estamos abrindo a economia e nos integrando às cadeias globais de valor. Em apenas oito meses, concluímos os dois maiores acordos comerciais da história do país, aqueles firmados entre o Mercosul e a União Europeia e entre o Mercosul e a Área Europeia de Livre Comércio, o EFTA. Pretendemos seguir adiante com vários outros acordos nos próximos meses. Estamos prontos também para iniciar nosso processo de adesão à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
A defesa da Amazônia:
Nossa Amazônia é maior que toda a Europa Ocidental e permanece praticamente intocada. Prova de que somos um dos países que mais protegem o meio ambiente. ( ...) os ataques sensacionalistas que sofremos por grande parte da mídia internacional devido aos focos de incêndio na Amazônia despertaram nosso sentimento patriótico. É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo.
A defesa altiva da soberania e a correta crítica ao colonialista Macron:
Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista.Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania!
Um deles por ocasião do encontro do G7 ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil, sem sequer nos ouvir.Não podemos esquecer que o mundo necessita ser alimentado. A França e a Alemanha, por exemplo, usam mais de 50% de seus territórios para a agricultura, já o Brasil usa apenas 8% de terras para a produção de alimentos.
61% do nosso território é preservado! Quero reafirmar minha posição de que qualquer iniciativa de ajuda ou apoio à preservação da Floresta Amazônica, ou de outros biomas, deve ser tratada em pleno respeito à soberania brasileira.
Também rechaçamos as tentativas de instrumentalizar a questão ambiental ou a política indigenista, em prol de interesses políticos e econômicos externos, em especial os disfarçados de boas intenções.
Compromisso com a liberdade e democracia e o elogio a Moro:
O Brasil reafirma seu compromisso intransigente com os mais altos padrões de direitos humanos, com a defesa da democracia e da liberdade, de expressão, religiosa e de imprensa. É um compromisso que caminha junto com o combate à corrupção e à criminalidade, demandas urgentes da sociedade brasileira.
Seguiremos contribuindo, dentro e fora das Nações Unidas, para a construção de um mundo onde não haja impunidade, esconderijo ou abrigo para criminosos e corruptos.
Há pouco, presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares comprando parte da mídia e do parlamento, tudo por um projeto de poder absoluto.Foram julgados e punidos graças ao patriotismo, perseverança e coragem de um juiz que é símbolo no meu país, o Dr. Sérgio Moro, nosso atual Ministro da Justiça e Segurança Pública.
O convite ao mundo:
Acabamos de estender a isenção de vistos para países como Estados Unidos, Japão, Austrália e Canadá, e estamos estudando adotar medidas similares para China e Índia, dentre outros.
A defesa da liberdade religiosa:
A perseguição religiosa é um flagelo que devemos combater de forma incansável. Nos últimos anos, testemunhamos, em diferentes regiões, ataques covardes que vitimaram fiéis congregados em igrejas, sinagogas e mesquitas.
Por isso, apoiamos a criação do 'Dia Internacional em Memória das Vítimas de Atos de Violência baseados em Religião ou Crença'.
É inadmissível que, em pleno Século XXI, com tantos instrumentos, tratados e organismos com a finalidade de resguardar direitos de todo tipo e de toda sorte, ainda haja milhões de cristãos e pessoas de outras religiões que perdem sua vida ou sua liberdade em razão de sua fé.
Abertura comercial rebatendo as criticas ao isolamento:
Ao longo deste ano, estabelecemos uma ampla agenda internacional com intuito de resgatar o papel do Brasil no cenário mundial e retomar as relações com importantes parceiros.Em janeiro, estivemos em Davos, (...) Washington onde lançamos uma parceria abrangente e ousada com o governo dos Estados Unidos (...)no Chile, onde foi lançado o PROSUL, (...) visitamos Israel, onde identificamos inúmeras oportunidades de cooperação em especial na área de tecnologia e segurança.( ...)Visitamos parceiros no Cone Sul, a Argentina (...)Uruguai e do Paraguai, (...)visitaremos importantes parceiros asiáticos, tanto no Extremo Oriente quanto no Oriente Médio. Essas visitas reforçarão a amizade e o aprofundamento das relações com Japão, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar. ( ...) mundo árabe e a Ásia.Também estamos ansiosos para visitar nossos parceiros, e amigos, na África, na Oceania e na Europa.
Um alerta perfeito a ONU:
Não estamos aqui para apagar nacionalidades e soberanias em nome de um “interesse global” abstrato. Esta não é a Organização do Interesse Global!É a Organização das Nações Unidas. Assim deve permanecer!
Finalização da Lagoa Grande
Preservação da Lagoa Salgada
Finalização do BRT
Conclusão do Aeroporto
Duplicação da Contorno
Finalização da vergonha urbana da Artêmia Pires
Implantação da Região Metropolitana
Hospital Universitário da UEFS
Delegacia da POLÍCIA FEDERAL
Recuperação do Centro, sinalização, iluminação, urbanização
Centro de Convenções - Teatro ( não auditório)
Exploração de Pedra do Cavalo
Nova CEASA- Revitalização do Centro de Abastecimento
Implantação da UFRB
Recuperação do Complexo Policial Investigador Bandeira- Detran
Viaduto ( óbvio desde sempre) da NOIDE
Enquanto não temos as condições ditas essenciais para a sobrevivência - saneamento básico, transporte, habitação, emprego, segurança, saúde, educação-, atendidas, é muito difícil prestarmos atenção a um elemento tido como supérfluo no planejamento urbano: a beleza. A funcionalidade parece exigir o sacrifício do encanto. Hegel, no entanto, nos diz que a beleza é uma das armas mais poderosas que o homem possui para superar seu destino trágico, e nada mais trágico que uma cidade que não nos cativa.
Jan Gehl, o extraordinário arquiteto que reinventou Copenhague e que me fez ir a São Paulo para ouvir uma palestra sua, diz que precisamos fazer uma Cidade Para Pessoas- não por acaso título de seu livro-, e que a dimensão humana, e não o automóvel, deve ser o verdadeiro objetivo do planejamento urbano.
A primeira vez que pensei na cidade como um elemento influenciador foi ao ler o seminal livro de Jane Jacobs: Morte e Vida das Grandes Cidades. Desde então, busco entender qual elemento, além da urbanidade, é capaz de enternecer minha alma, enraizar-me, e fortalecer a idéia que meu coração está onde estão os meus pés, me ajudando a superar o trágico destino.
Acho que a beleza é esse elemento, pois, ela é capaz de vencer nossas resistências, despertar o sentimento de cuidado e preservação, estimular o orgulho da pertencência, elevar a autoestima do morador e a generosidade. A beleza excita, e conquista. Diante dela somos os fragéis que queremos apenas, permanecer.
Não é a toa que ao visitarmos um lugar vamos atrás de suas ruínas cheias de histórias, dos encantos produzidas pela geografia e destino, os monumentos das Igrejas e colossos da engenharia ou arquitetura. Buscamos ruas bem cuidados, calçadas livres e seguras, arborização, sinalização, áreas de convivência harmônicas, lagoas preservadas. A grandiosidade, ou o refinamento, nos deixa em êxtase e euforia. O homem é a alegria do homem, diz o poema épico islandês Hávamál, por isso a cidade precisa ser pensada como um grande espaço de encontro humano, de satisfação pessoal.
Assim, a cidade não precisa apenas cumprir sua funcionalidade executiva- uma obrigação-, mas ter esmero, sensibilidade, em sua execução administrativa, para ser bela.
A desordem nos desumaniza, o descuido nos fere, a feiúra urbana, nos deprime e amputa, ao contrário da beleza que faz com que nossas pernas se dobrem diante dela.
Jan Gehl, diz que nós moldamos a cidade e a cidade nos molda. É nosso dever lutar pelo que queremos parecer.
Cidades como Salvador, pelo seu forte apelo turístico, tem uma tendência natural de atração de turismo de negócios, com a realização de Feiras e Congressos. O abandono do antigo Centro de Convenções, que deixou a Bahia sem espaço para realização de eventos desse tipo foi um dos maiores crimes já cometidos contra a cidade. Um prejuízo que deve ser contabilizado aos governos do PT.
Agora, o novo Centro de Convenções construído pela Prefeitura de Salvador, através de ACM Neto (DEM), promete resgatar essa terrível falha. Com entrega prevista até o fim desse ano o equipamento será gerido pela GL Events, uma multinacional francesa, pelos próximos 25 anos.
O Centro já tem 30 eventos marcados, e há expectativa pelo menos para quatro grandes atrações: Congresso Nacional de Hotéis (Conotel), em maio de 2020, Bienal do Livro, já confirmada em 2020, Congresso Brasileiro de Mastologia (2021), e o 7º Congresso Mundial de Trauma (2024).
Sem dúvida, um grande gol do prefeito ACM Neto.