A criação de escolas municipais de música, cultura e arte
pela PMFS
Reisado de São Vicente
A nova rodoviária de Salvador que o governador Jerônimo vai
entregar
O afastamento do insípido Lewandowski do cargo de Ministro da Justiça
A libertação de presos políticos da feroz ditadura da
Venezuela
A assinatura do Acordo União Europeia- Mercosul após mais de 20 anos de negociações
Os 22.165 atendimentos realizados pelos Centros de
Referência Especializada de Assistência Social (Creas) de Feira de Santana, em
2025
Feira de Santana sempre teve obras empacadas. Algumas delas
estão sendo resolvidas pelo governador Jerônimo (Amélio Amorim, Auditório da Uefs,
duplicação da Contorno, Aeroporto) e pelo prefeito Ronaldo (Biblioteca Arnold
Silva). Outras seguem empacadas: Lagoa Salgada, BRT e saneamento básico. Ao
lado das antigas, soma-se uma nova: o prédio anexo da Câmara, que segue
inconcluso.
Recentemente, o presidente da Câmara prorrogou por mais 30
dias o prazo para conclusão dos trabalhos da Comissão Especial criada para
apurar as razões pelas quais as obras foram interrompidas há um ano, na gestão
anterior. A sindicância sobre as obras do anexo da Câmara Municipal de Feira de
Santana, na Bahia, surgiu devido a questionamentos de vereadores sobre os
valores gastos e irregularidades.
Segundo o Acorda Cidade, ao ser questionado sobre o andamento
da obra de reforma do prédio anexo da Câmara, o presidente explicou que a
unidade já passou por uma auditoria, cujos resultados foram amplamente
divulgados, e que a nova mesa diretora convocou por três vezes a empresa
responsável pela obra para que ela pudesse retomar as atividades, o que, até o
momento, segundo Marcos Lima, não aconteceu.
“O Ministério Público (MP) nos acionou, e nós levamos ao conhecimento
deles o resultado da auditoria que foi feita. Levamos as documentações e a
convocação que fizemos da empresa para que pudesse retornar, e ela não
retornou. Ficou certo que o MP convocaria a empresa para buscar justamente o
retorno; caso a empresa não retorne, o próprio Ministério Público fará os
encaminhamentos necessários”, disse o presidente da Câmara.
“Na auditoria, ficou comprovado que houve um valor de quase
um milhão e meio que foi pago a essa empresa, e ela não executou os serviços.
Então, nós solicitamos que ela retornasse para poder finalizar e entregar o que
foi pago pela Câmara Municipal, o que não foi realizado. Não foi encontrado o
gerador [no valor de cerca de R$ 100 mil], e ainda não foram encontrados alguns
aparelhos de ar-condicionado e portas de blindex. Eles alegam que isso só seria
colocado no final, mas foi pago, e eu precisava ver esse material; não tenho
visto nem no prédio anexo nem em outro local”, complementou Lima.
Empurra para cá, empurra para lá, o que o cidadão feirense
precisa é que seja esclarecida a aplicação correta dos recursos municipais e
quem se beneficiou de desvios, caso tenham ocorrido. O que não pode acontecer —
nem ser cozido em banho-maria até ser esquecido — é a obra permanecer
inconclusa com recursos já repassados à construtora! Ou, então, que ela seja
acionada para devolver.
Ricardo Lewandowski, ex-ministro do STF, que deixou a Corte e
entrou para o Ministério da Justiça , assim como fez Sérgio Moro no Governo
Bolsonaro, comunicou ao presidente Lula que vai deixar o cargo, após completar
dois anos.
Ele assumiu em fevereiro de 2024. No momento que o Brasil
vive um protagonismo das facções criminosas, Lewandowski entregou uma das passagens
mais apagadas da história para esse cargo.
Não foi capaz de responder, de forma efetiva, competente,
firme, ao avanço do crime organizado que se espalhou pelo Brasil, infiltrou-se
na política e nas instituições e tornou-se a maior preocupação dos brasileiros.
Lewandowski também está sendo lembrado por ter advogado para o criminoso Banco Master. Lewandowski não deixará saudades. Já vai tarde!
Nunca antes, na história desse país, a liquidação de um Banco
podre mexeu com tantos poderosos em Brasília e no centro financeiro do país. O
escândalo começa com o espantoso contrato de R$ 129 milhões com a mulher do
ministro Alexandre de Moraes, que chegou a ir a uma reunião na casa de Vorcaro
e está sendo acusado de pressionar o Banco Central para salvar o banco
criminoso.
No mesmo movimento, Toffoli, o ministro que anula penas de
corruptos confessos e perdoa multas, chama para si o sigilo do processo, após
ter voado em avião privado com o advogado do réu, para ver o jogo do
Palmeiras.
Ao mesmo tempo, tenta ultrapassar a PGR e a PF e determina
acareação, antes mesmo de haver depoimentos dos acusados, uma inovação jurídica
do ministro que nunca foi aprovado em concurso para juiz.
Como o movimento não deu certo, o TCU, de forma inédita, resolveu investigar o Banco Central, após o fechamento de 150 bancos. O ministro, comprador de cavalos de raça, já anunciou que pretende proibir o BC de vender ativos do Master. Não custa lembrar que o governador de Brasília, Ibaneis – o assombroso –, mandou o BRB comprar R$ 12 bilhões em papel podre do Master.
No mesmo movimento, a Globo começa a publicar uma série de
denúncias contra Alexandre de Moraes. Aos poucos, vamos descobrindo que Vorcaro
investiu em poços de petróleo na Venezuela (US$ 150 milhões) e que a JBS, do
famoso Joesley Batista, também tinha poços de petróleo por lá, mas o negócio
foi colocado em sigilo absoluto, pelo Governo Lula, apesar de ter prometido, em
campanha, que não haveria sigilo nenhum.
Agora, descobrimos que influenciadores receberam proposta milionária para defender o Master da liquidação, atacando o Banco Central. É o maior movimento de proteção que já vimos a um banqueiro imoral e acusado de corrupção. Tamanho esforço sugere que afeta projetos grandiosos, figuras importantes e volumes bilionários de recursos na ponte Venezuela-Brasil. E, certamente, com impacto na eleição de 2026.
Ah, e para não faltar nenhum molho nessa moqueca, o sócio do Master é da Bahia e cresceu com o Credcesta!