O acordo que o presidente americano, Trump, conseguiu levando ao fim da guerra em Gaza
Seminário sobre Obesidade Infantil promovido pela Academia de Educação de Feira de Santana e que será realizado dia 23/10 na Secretaria de Educação
O Casarão dos Olhos D’água que abriga diversas Academias de
Feira e recebeu 8 mil visitantes em Setembro.
O Prêmio Nobel da Paz para a líder oposicionista da Venezuela,
Maria Corina Machado, que enfrenta a ditadura de Nicolas Maduro
O trabalho musical e social da Neojiba
As ações da PF e da Draco na Bahia
As cirurgias de gigantomastia da Fundação Hospitalar, que
ajuda a recuperar a auto estima de muitas mulheres.
A finalização do belíssimo auditório da UEFS pelo governo do Estado.
Frase do dia da Ministra de Lula sobre o rombo de $20 bilhões nos Correios.
"Primeiro, não é rombo. Por favor, gente, não chamem de rombo. A gente já explicou isso."
- Esther Dweck, Ministra de Lula.
A Comissão
Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS intensificou as investigações
sobre fraudes e descontos indevidos em benefícios de mais de 5 milhões de aposentados e pensionistas, expondo
um esquema que, segundo estimativas, gerou um prejuízo de R$ 6,3 bilhões entre
2019 e 2024. O foco da comissão recai sobre o uso irregular de Acordos de
Cooperação Técnica (ACTs) por cerca de 40 entidades, muitas delas sindicatos e
associações, que realizavam descontos sem a devida autorização dos segurados.
A CPMI, instalada em agosto de 2025 com o objetivo de apurar
os desvios no Instituto Nacional do Seguro Social, ganhou notoriedade após
depoimentos chocantes. O relator da comissão, deputado Alfredo Gaspar
(União-AL), chegou a classificar a atuação de uma dessas entidades como uma
“organização criminosa” em circuito fechado, durante o depoimento do presidente
do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), Milton
Baptista.
Aliados do presidente Lula atuam para impedir que a
investigação chegue a envolvidos com ligações no atual governo petista. Na semana passada, a Polícia Federal fez uma
batida na sede do sindicato do irmão de Lula e encontrou dinheiro vivo, carros de luxo com
outros alvos e abriu muitas frentes de investigação.
A natureza dos crimes cometidos pelos corruptos — um roubo
contra quem já pouco tem para sobreviver — deveria indignar a classe política,
mas muitos preferem proteger os ladrões do que dar satisfações às vítimas. Ao
que parece, o desvio todo deve ter sido para investir na compra de pizza!
A guerra de dois anos
em Gaza é um desses episódios de barbárie humana que não pode ser esquecido.
Iniciada com o ataque selvagem do grupo terrorista Hamas contra Israel, o grupo
executou jovens, sequestrou, violou mulheres, decapitou bebês, atingindo mais
de 1.200 civis. Em seguida, executou reféns. Isso levou Israel a desencadear
uma "ira santa" como resposta, que culminou na destruição total de
Gaza e na morte de mais de 60.000 palestinos, incluindo crianças. Embora se
argumente que a maioria fosse de terroristas, nem todos eram, afinal, o
primeiro-ministro de Israel foi considerado criminoso de guerra pelo Tribunal
Penal Internacional (TPI).
O Hamas explorava a população palestina, desviava recursos
para a sua guerra, usava o povo como escudo humano e construía túneis sob
hospitais. Não há nenhum tipo de concessão a ser feita a um grupo terrorista
que faz isso contra civis, assim como criticar os excessos de Israel não é
antissemitismo ou antisionismo.
É de conhecimento público e notório que Netanyahu precisa da
guerra para escapar da pressão interna e da investigação da Suprema Corte sobre
corrupção, que certamente irá enfrentar após o fim do conflito.
A guerra parecia interminável, mas após contato com vários
países do Oriente Médio, o presidente americano, Donald Trump, conseguiu o que
parecia impossível: um acordo de paz com a libertação dos reféns ainda vivos.
No total, 20 reféns homens foram libertados, e nenhuma mulher, já que todas
foram violentadas e mortas.
Ainda há muitas variáveis que podem interferir no
cumprimento do acordo, mas foi uma demonstração de poder do americano que não
pode deixar de ser reconhecida.
Quando Maria Corina Machado foi impedida de concorrer na
eleição venezuelana, Lula disse que ela deveria parar de chorar, defendendo seu
amigo, o ditador Nicolás Maduro. A eleição foi uma fraude, sobre a qual o
governo brasileiro não se manifestou, apesar de o resto do mundo não reconhecer
a vitória do ditador.
Agora, o Prêmio Nobel da Paz foi dado a Maria Corina por sua
luta pela liberdade do povo venezuelano
e a coragem de enfrentar a ditadura instalada por lá, com suas milícias e
execuções. O governo brasileiro, até o momento, está em silêncio, sem nenhuma
manifestação oficial, em um gesto vergonhoso que sequer reconhece a primeira
mulher da América do Sul a ganhar esse prêmio.
O apreço de Lula pela ditadura daquele país é histórico e de
longo prazo. Ele já a defendeu em várias ocasiões, recebeu Maduro no Brasil com
todas as honras. Já disse que havia "eleição demais na Venezuela";
que Maduro precisava de sua própria narrativa, entre outros apoios. É um
compromisso ideológico e inescrupuloso, pois sequer leva em conta os milhões de
refugiados que estão no Brasil.
Há, no entanto, um mérito: Lula não disfarça, não esconde
sua cumplicidade ideológica que “passa pano” para todos os crimes do ditador
Nicolás Maduro!