A Petrobrás é uma empresa mista, ou seja, parte pertence ao governo federal, portanto a todos os brasileiros e parte pertence a acionistas externos. Quanto maior for o lucro da Petrobrás, maior será a remuneração dos acionistas externos. Acontece que o lucro da Petrobrás depende do preço que ela vende combustível ao outro acionista ( que tem inlcusive 52% dos votos), que é o brasileiro. Já o acionista brasileiro só lucra quando a empresa mantém o preço do combustível mais baixo. Ou seja sempre que um lucra de forma extrema, o outro está perdendo e pagando o preço. A pergunta que se faz é: qual margem de lucro é aceitável ? Existe algum limite de aumento de preço que poderia ser contido por um estoque regulador? É preciso encontrar medidas que contemplem o lucro da empresa, mas que evitem o repasse desmedido de custos ao lombo do cidadão.
Como sempre digo: capitalismo com excesso de estado vira totalitarismo; capitalismo, sem estado nenhum, vira selvageria!
Os dados das novas pesquisas
eleitorais - Instituto Paraná- trazem preocupantes números para o PT.
Bolsonaro já estaria à frente de Lula, em São Paulo- maior colégio eleitoral do
país, e,empatado, na Região Sudeste e Centro Oeste, dentro da margem de erro.
Pesquisas distantes da eleição são nuvens passageiras sujeitas a vários ventos de influência, mas a
demissão do marqueteiro do ex-presidente sugere que deve haver algo de verdade
nessa pesquisa e preocupações na campanha dele, até porque as
declarações que tem feito não tem ajudado.
O crescimento de Bolsonaro
começou a partir do impedimento da candidatura de Sérgio Moro, na União Brasil,
com a decisiva ação de ACM Neto e Ronaldo Caiado. Uma colaboração
visível. Evidente que o eleitor de Moro é, em significativa parte,
eleitor de Bolsonaro em busca de algo melhor, além de anti-petista, afinal, a
Lava-Jato colou de forma definitiva a marca da corrupção no partido. Aliás,
o partido e suas viúvas partidárias, no Judiciário, incluindo o Tribunal de
Contas da União, o STF, fizeram de tudo para anular as condenações da Lava-Lato
e perseguir Moro que tinha 8% de intenções de voto.
A estratégia petista parece ter sido um tiro
no pé, pois os votos de Moro estão migrando de volta ao ninho bolsonarista já que a
Terceira Via se tornou lenda urbana, uma espécie de mula-sem-cabeça. Com Moro
no jogo, dividindo o eleitor do atual presidente, as chances de Lula seriam
maiores. Não bastasse, o STF, deu a oportunidade de Bolsonaro aparecer como
defensor da liberdade no caso do bizarro deputado Silveira. A esta altura
comendo seu pão com leite condensado Bolsonaro deve estar agradecendo o bom
trabalho feito pelos adversários.
O governo do Estado tem feito significativos e exemplares
investimentos na rede de saúde em Feia de Santana, a exemplo do Hospital da
Criança, UPA, Policlínica, HGCA 2. O
próprio HGCA antigo teve reformada a sua Emergência, mas o restante da
estrutura não recebeu os mesmos cuidados. As insalubres enfermarias aguardam
por uma prometida reforma que seria complementar às demais. A promessa é longa
e vem seguidamente sendo adiada- já há alguns anos. As enfermarias do HGCA –
Cirúrgica, Clínica Médica, Ortopedia, Neuro- possuem a mesma estrutura da época
da inauguração, estando desgastadas, com uma hotelaria que já não tem a menor
condição de ser oferecida ao cidadão.
O diretor José Carlos Pitangueira tem feito um
importante trabalho de qualificação e ampliação dos serviços- ressalte-se- e
não recai sobre ele essa dificuldade, mas sobre o governo do Estado. A
ampliação dos leitos e melhorias das enfermarias e ambulatórios é uma situação
que não pode mais ser adiada. Esperamos que o deputado José Neto- que sempre
defende Feira-, e a nova Secretária de Saúde do Estado consigam responder a
essa demanda antes da eleição. O HGCA precisa ter um mesmo padrão em todas as
suas instalações.