A selação brasileira feminina caiu diante da França, com melhor conjunto, preparo físico, e força. O Brasil já tinha dado sinais que não ia bem com a primeira derrota. A esperança de vitória, no coração de todos, era que Marta - limitada por uma contusão-, fizesse o milagre de salvar uma equipe irregular. Deu o esperado, embora tenham demonstrado garra.
Após a queda veio a tona o despreparo. Um treinador que mudou errado, sem rumo, e sem estilo, erros básicos, algumas jogadoras limitadas, uma nítida condição física deficiente, e falta de estrutura de preparação.
O desprezo da CBF- um pântano de corrupção-, em relação ao futebol feminino é nítido, afinal, se nem no masculino ela tem sido capaz de produzir algo que preste , além de dirigentes foragidos, presos, e fracassos da Seleção, imagina no futebol feminino que ainda não tem a mesma cancha do outro.
Tem que começar a mudar por lá, para o resultado aparecer por cá, no futuro.
O Brasil já teve um Ministro da Desburocratização: Beltrão. O processo não avançou muito, mas o monstro burocrático continuou a crescer, entre regulamentos, taxas, normas, reconhecimentos de firmas, que geraram verdadeiros feudos cartoriais, e um status burocrático excessivo. Weber dizia que a burocracia e burocratização eram inevitáveis em uma Sociedade moderna e realmente ela tem um papel organizativo. O problema é quando ela se torna uma forma de controle, uma custo desnecessário ao cidadão, e um excesso regulamentador, que inibe o desenvolvimento e beneficia apenas os detentores desse poder.
Desse ponto de vista a lei da liberdade econômica do governo Bolsonaro é extraordinária. A partir de agora, 287 negócios considerados de "Baixo Risco A", não precisarão de alvará ou qualquer licença prévia para serem iniciados. Há critérios para serem considerados nesse perfil, assim como para os de "médio risco", e "alto risco". É uma redução de custo muito significativa para o pequeno empreendedor.
Outro exemplo foi a mudança na renovação da carteira de motorista para 10 anos e não mais 5, algo que não fazia sentido, aos jovens, assim como a liberdade para qualquer médico emitir a avaliação médica e não apenas as clínicas credenciadas- muitas pertencentes a políticos-, que apenas aumentavam o gasto de dinheiro e tempo para o cidadão.
Uma outra lei, muito interessante, foi a que aboliu a necessidade de obrigar cada vizinho de uma propriedade rural a assinar e fornecer seus dados a quem estava emitindo uma escritura. Era o paraíso cartorial.
Todo mundo que já teve algum negócio sabe quantas taxas, normas, Conselhos, tentam regulamentar a vida do cidadão, e de uma empresa. Não é a toa que o reconhecimento de firma ainda resiste bravamente.
Essas leis que Bolsonaro aprovou são excelentes, mas é preciso muito mais para desonerar ainda de forma mais intensa a vida do cidadão, reduzindo custos, facilitando negócios, e reduzindo o tamanho do Estado.
Dona de rara simpatia Dona Elzira sempre gostou de arte, e encontrou no artesanato, um passatempo perfeito, ao fabricar pequenas delicadezas. O Mimo da Ziu, é sempre um espaço de encanto aos olhos e ao coração de quem a visita. A maior obra, no entanto, de Dona Elzira, é seu afeto e forma carinhosa de trato.
A tragédia sempre nos deixa abalados, compartilhando com a família das vítimas, a mesma dor. Ouvindo os Policiais e outros entrevistados eles dizem que a curva que matou essas oito pessoas na estrada Feira- São Gonçalo, tem matado muitas outras.
Como pode não haver por parte da PRF, dos orgãos reguladores do trânsito, dos gestores, uma intervenção na pista, uma duplicação parcial, uma modificação da curva?
Não podemos conviver com a memória dessas mortes, sem nehum tipo de intervenção nessa estrada.
A frase do depoimento
Moro:“Eu não preciso de treinamento para dizer a verdade.”