160 anos da Santa Casa de Misericórdia
Formatura de alunos do Projeto ALFAGARIS- Alfabetização de Garis, na UEFS
Desapropriação do Feira Tênis Clube
Debora Garofalo, brasileira que disputou a final do prêmio de Melhor Professor do Mundo
Simpósio de Prevenção Cardiovascular, em Feira
Pastel, em Tonha dos Salgados
O prefeito Colbert Martins marcou um gol dos que se disputava na velha quadra do Feira Tênis Clube ao desapropriar a sede onde ele está localizado. De saudosa memória, grandes momentos, e devastadoras ocupações, o espaço será utilizado para construção de um Centro Educacional. Um fim nobre, para um espaço nobre, no centro da cidade, que tem tanta história para contar. Tomara que sobre por lá uma salinha em que fotos- e o que mais houver-, seja guardado em tributo a sua importância na vida de Feira.
José Serra, aquele mesmo que anda sendo dealtado por aí, mas conhece economia, fez um “esclarecimento” sobre a PEC do Orçamento Impositivo.
“Verifico que, na versão aprovada pela Câmara, caiu o dispositivo mais perigoso que determinava execução obrigatória de programações previstas na LDO e PPA. O que passou foi somente o dispositivo que fixa parcela da receita para deputados e senadores, por meio de emendas de bancada. Aquilo que já está na LDO de 2019. É apenas reiterativo.”
Quando fui Coordenador do Curso de Medicina ( 2005-2010) deixei pronto um projeto de ambulatório que não se efetivou. Posteriormente, com apoio dos alunos, e uma greve, o Secretário Solla, liberou uma verba e o ambulatório- modificado para melhor- foi construído. Em diversas matérias no Tribuna Feirense , apontamos o ritmo de tartaruga de sua obra e o seu não funcionamento, e, com elas, continuamos provocando a Reitoria, pois, faltam apenas a climatização, móveis básicos, um conjunto mínimo de computadores e um pequeno número de servidores.
Apesar de tudo, até o momento, ele continua sem funcionar como se fosse concebível, na limitada saúde pública da cidade, um equipamento de tão baixo custo ficar parado. Ao que parece, também a parceria com a Prefeitura ainda não chegou a um acordo
É preciso pensar na brutal qualificação que é ensinar em um espaço próprio da Universidade, na ampliação da pesquisa, em um ambulatório de baixo custo se o credenciarmos para o SUS, mesmo com a consulta a R$10 reais. Digamos que por base façamos 600 consultas/mês ( lembrem que são alunos, logo, é lento). O total seria R$ 6.000,00 reais. Se formos a 1000 consultas, com a ampliação, chegaríamos a R$10.000,00. Ajudaria a UEFS a manter o serviço, com especialistas professores e um atendimento diferenciado. Alguém consegue acreditar que esse é mesmo um custo significativo para uma saúde municipalizada?
Esse seria um embrião para o Hospital Universitário. O passo seguinte e inevitável. Mantemos uma campanha permanente por ele, no Tribuna Feirense. Certa vez, com um projeto do Prof. João Batista, o HGCA, chegou a ser oferecido a Universidade ( lembro que fizemos matéria de capa no jornal), mas a Universidade não topou o desafio.
Com a explosão de faculdades privadas está havendo um verdadeiro canibalismo e disputa por vagas para estágio na rede pública. Alguns hospitais terceirizados estão fazendo exigências absurdas até da própria Universidade pública, quando deveria constar dos contratos de terceirização o compromisso com formação de recursos humanos para as Universidades do estado, ao menos, (aliás, é preciso checar se não há, ou está sendo empurrado para debaixo do tapete).
Nós temos um compromisso de formar nos cursos que cuidam da saúde com o máximo de eficiência, não por sermos diferentes, mas porque exercemos um ofício com alto grau de letalidade ou poder de lesão. Em uma Universidade com todos os cursos da área de saúde, como a UEFS, a existência de espaços de ensino adequados é uma condição sine qua non.
Sei que pareço chato , ao menos, de ficar cobrando, fazendo matérias, criando pressão, mas não me importo. Tento manter meu compromisso com os alunos do curso que criamos- em conjunto com os colegas João Batista e Renato Pires-, e lutar por metas que precisamos alcançar, afinal, essa é uma ambição de qualificação do processo de ensino do qual nunca podemos desistir.
Nestes tempos de campanha para Reitoria, sempre vale cobrar o compromisso
O terrorista italiano- chamado de ativista pela imprensa amiga-, foi preso e deportado para a Itália. Vivia no Brasil sob a proteção do PT, abraçado e protegido pelo ex-Ministro da Justiça, Tarso Genro. Ganhou o asilo com a covardia do STF que tercerizou a extradição a uma decisão do Presidente Lula, que no último dia de governo assinou sua permanência.
Com a mudança do clima de governo, Battisti foi extraditado e, agora, na Itália, confessou a participação em 4 assassinatos. Enquanto estava em nosso país foi abraçado por intelectuais, políticos da esquerda, e especialistas, em entrevistas e artigos- dos quais deveriam pedir desculpas-, explicavam sua inocência.
A confissão foi mais um tapa na cara da Sociedade brasileira, dada pelo PT, especialmente por Tarso Genro- o homem sem qualquer limite-, que foi seu grande advogado, e, mesmo agora, diz que a confissão foi mentira do réu.Chega a ser inacreditável o que esse senhor é capaz de dizer.
A lei, no entanto, está trazendo o conforto da punição aos familiares das vítimas, e mais uma lição aos brasileiros, sobre os limites éticos a que somos capazes de chegar.