Por centenas de vezes, muitos, muitos, muitos, apontaram que a Venezuela era uma ditadura, mas a esquerda brasileira continuou a dar apoio ao sucessor de Chavez. Com o relativismo moral habitual, Lula, apoiou Maduro, e disse, em fala tenebrosa - visto o que está acontecendo-, que lá havia " excesso de democracia". A declaração segue o mesmo padrão de quando disse que os opositores enforcados em postes no IRÃ eram um Fla x Flu político, ou que os presos políticos cubanos eram como os presos comuns das cadeias de São Paulo.
O Brasil tinha a obrigação moral por seu papel na América Latina de ter assumido uma posição mais firme, muito antes, e não ter se comportado como cúmplice, guiado pelo asqueroso, mesmo falecido, chanceler Garcia.
Era a crônica de uma ditadura anunciada. O silêncio e apoio de Dilma, Lula, Foro de São Paulo, apenas facilitou ao ditador usar força bruta que já matou mais de 100 opositores, além dos agredidos e torturados. Faltam remédios para quimioterapia, alimentos, as prisões são arbitrárias e as instiuições foram destruidas.
O doentio discurso de Gleisi Hoffman, presidente do PT, apoiando Maduro é um retrato da falta de escrúpulos, do gene totalitário que corrói sua alma patológica, e do pouco apreço a democracia, que demonstram, junto com o PSOL e PC do B.
Maduro precisa ser derrotado para que a Venezuela não se torne uma Síria, e não servir de exemplo para outros psicopatas que sonham com o poder, ou estão no poder, em países vizinhos.
É preciso estarmos todos contra a ditadura e seus sórdidos apoiadores.
As obras do BRT, solução para o centro da cidade, zona azul, Centro de
Convenções, já merecem o prêmio de notícas encalhadas da década.
Transitada e julgada na Câmara a denúncia contra Temer vai mofar na gaveta até o fim de seu mandato. Aqui na Bahia a ressaca não foi boa nem pra Rui, nem para neto. Rui, pela exoneração de Secretários que iam votar com Temer, e ajudar a dar quorum; Neto, pelo solavanco dado por Otto Alencar que informou que empréstimo para Salvador estava sendo bloqueado por ele.
Ambos disseram que não foi bem assim, mas ficaram mal na fita.
O PSD baiano peitou a decisão da Executiva nacional e votou pela aceitação da denúnica contra Temer. O deputado feirense, Fernando Torres, não limitou-se a aprovar ou rejeitar a denúncia, mas fez um pronunciamento em que emparedou Rodrigo Maia, dizendo que era um bom presidente da Câmara, mas não tinha voto para ser Presidente da República e aí gritou: é Lula 2018.
Lula teve a sexta denúncia contra ele aceita por Sergio Moro e já foi condenado a 9,5 anos de prisão na primeira instância. Em seu governo foi gestado o mensalão, o petrolão, e todos os escândalos que estamos vendo aí.
Então, o deputado votou contra o governo corrupto de Temer, pedindo a volta do governo corrupto de Lula.
Não é fácil entender.